07 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Indefenso


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Domingo de Ramos! Uma revista é lançada pelas mãos do jornaleiro, ultrapassa muro alto e cai no jardim da casa grande. Trata-se de revista nacionalmente conhecida, de alta credibilidade pela maneira democrática que aborda os mais diversos assuntos. Leitura obrigatória pelas pessoas envolvidas com a alta, média e pequena administração, empresários, políticos ou seja, por toda sociedade de maneira geral.

Em se tratando de um domingo de abertura da Semana Santa ele, ao lado de sua amada passou a folhear a tal revista e encontra, na página 46 reservada para "Panorama Veja Essa" a seguinte nota: " Esqueceram-se de que Jesus foi politicamente incorreto do início ao fim. Ele era um bom-vivant. Viajava, bebia e tinha uma imensa vida social. Seu primeiro milagre não foi a cura de um cego pobre. Ele transformou água em vinho, e não vinho em água". Paulo Coelho, escritor, em entrevista ao jornal inglês The Guardian.

Pois bem !... Este cidadão, eleito para a Academia Brasileira de Letras em 2002, foi também em 2007 nomeado "Mensageiro da Paz" pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon. Grande paradoxo !

O escritor, como registrado no início, abre também a Semana Santa e a pagina da revista apresentando sua esdrúxula, excêntrica e extravagante Mensagem de Paz, ultrajando com blasfêmias o próprio Cristo em sua essência Divina e, por conseguinte, a religião.

Ofende, insulta e calunia a Sagrada presença do Pai de misericórdia lançando sua flecha venenosa contra seu próprio Criador. Jesus de Nazaré submeteu-se ao veredicto: culpado e na sua sentença de morte ser crucificado.

O Divino Mestre disse aos seus algozes que "o seu reino não era deste mundo" e como se vê, após dois mil anos do julgamento de Jesus, Paulo Coelho, Pilatos e Herodes ? homens de barro, ajustam suas tramas para vilipendiar o Divino Salvador e contam a seu favor, com a inexistência de advogados munidos de procuração para apresentarem Sua defesa. Seguramente, como da primeira vez, não haverá nenhuma necessidade! Tudo está consumado".

Roque Roberto Pires de Carvalho