O último comunista ao vivo fora da Coreia do Norte e da troika que dirige o partido cubano é bauruense e continua lendo o "burguês" JC ao invés do "avançado" Gramma (órgão oficial do governo cubano). E continua seu patrulhamento contra todo e qualquer leitor que ousa pensar ou se manifestar de forma diferente das ideias do "partidão" hoje menor que um partidinho.
O autointitulado professor de história não aprendeu com as lições da história recente, com acontecimentos como a queda do muro da vergonha (Berlin) e de um a um dos países da cortina de ferro. Chama de retrógradas pessoas de que exercem seu direito de pensar e se manifestar defendendo a liberdade religiosa, fazendo crer que "avançadas" são as ideias esquerdo-fascistas dos jurássicos Castro, ou do topetudo coreano Kim Jong-un, das quais ele é um dos raríssimos defensores.
Critica desde o papa Francisco até os pastores da cidade para manifestar seu incompreendido materialismo ateu e sua declarada "cristofobia" que, felizmente, dentro da nossa liberdade democrática, não é crime como a "gayfobia" que para ele deve ser criminalizada. Felizmente também não se pretende criminalizar a "esquerdofobia" que de forma nefasta coloca a humanidade na marcha ré e na contramão da história, embarcando como Cuba e Coreia do Norte em uma era da escuridão.
Comete ainda o pretenso "historiador" o erro histórico de dizer que Dilma, quando guerrilheira, defendeu a liberdade, quando ela e seus companheiros defendiam a substituição de uma ditadura de direita por outra de esquerda stalinista ou maoísta.
Por fim, novamente invertendo os papéis, o jornalista sem jornal critica Feliciano elogiando Lula, esquecendo que Lula e Feliciano partilham do mesmo lado da política sendo ele do PSC partido participante da base do governo Lula-Dilma. Lula é ou foi da esquerda oportunista e quer o controle ditatorial de esquerda para ficar muito bem obrigado, faturando alto vendendo serviços a grandes empreiteiras e viajando com seus lobistas, com as contas pagas pelo governo, ou seja, por cada um de nós.
Márcio M. Carvalho