08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Tristeza e indignação


| Tempo de leitura: 2 min

Quero aqui expor minha imensa indignação quanto ao que se refere ao falecimento de meu filho. Ele faleceu em 10/12/2012, com 28 anos de idade ,e foi uma dura passagem em minha vida, pois a dor de uma mãe ao perder seu filho é tão grande que perdemos a noção da realidade...

Mas, enfim, precisei ser forte para encarar esse árduo "episódio" melancólico. Precisei providenciar um local para seu sepultamento, o qual foi definido no Cemitério Redentor, onde compramos um espaço e pagamos muito caro (em torno de mais de R$ 400,00 reais por mês). Disseram-me que o local iria ficar igual ao Ypê, pois iriam passar guia e gramar, assim que terminasse a rua onde compramos o túmulo.

O que mais me deixa embravecida é que logo abaixo desse "bloco" começaram uma nova construção e abandonaram.... (Quer dizer: não terminam nem uma coisa nem outra)

A rua de acesso para visitar meu filho não é possível chegar com carro, o que impossibilita minha mãe (avó de meu filho) de poder chegar ao local, pois a mesma não tem condições de andar, por problemas de saúde.

Existem no local "pilhas de pedras", o que está lá há mais de um mês.

Notei que próximo ao túmulo existem também muitos outros túmulos com gavetas estouradas, ninhos de corujas entre os mesmos e buracos enormes..., então ficamos preocupados, pois será que o nosso vai ficar assim também (em total destruição e abandono) .

Pagamos caro, e nem sequer nos deram alguma satisfação até o momento. Aguardo resposta e espero que brevemente solucionem o problema, pois imagino que muitas pessoas passam pela mesma situação.

Já cobramos soluções pessoalmente, mas como até a presente data continua tudo igual, resolvi expor tudo nessa ilustre tribuna, pois precisamos de uma atenção melhor, o que até então nunca existiu. Por favor, administradores de cemitérios, não abandonem os mortos, pois não é somente porque morreu que se deve abandonar e não respeitar o familiar que sofre muito nessa hora.

Aparecida Alves da Silva