Premiado, aplaudido, debatido, divertido – e controvertido. São alguns dos tópicos que podem explicar o zum-zum-zum em torno de “Colegas, o filme” - protagonizado por três atores com síndrome de Down e dirigido por Marcelo Galvão, que finalmente está em cartaz em Bauru.
A assessoria da produção destaca que, no cenário internacional, “Colegas” (cuja estreia nacional foi em 1/3) venceu o prêmio de público do 27o Festival del Cinema Latino Americano di Trieste na Itália.
Também levou o prêmio de Melhor Filme no festival de cinema International Disability Film Festival Breaking Down Barriers em Moscou (Rússia), além de ter sido exibido no Red Rock Film Festival (Utah, EUA).
Faturou, ainda, o prêmio de Melhor Longa-Metragem pelo voto popular e uma Menção Honrosa do Júri no Festin - festival de cinema que ocorreu em 10 de abril, em Lisboa.
No Brasil, venceu o prêmio de Melhor Longa-Metragem Brasileiro no Festival de Gramado 2012 e foi eleito pelo público da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo como Melhor Filme Brasileiro, levando também o Troféu Juventude (votação do público estudante). “Colegas” foi, também, aclamado no Festival do Rio (categoria hors concours).
Em 15 de março, o protagonista Ariel Goldenberg realizou o sonho de conhecer o ator Sean Penn, em Los Angeles.
Alguns críticos, contudo, classificaram o filme de bem-intencionado, mas apenas regular. Assista e tire as suas conclusões.
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A proposta de “Colegas” é ser uma divertida aventura que trata de forma poética coisas simples da vida por meio dos olhos de três personagens com síndrome de Down.
Eles são apaixonados por cinema e trabalham na videoteca do instituto onde vivem. Um dia, inspirados pelo filme “Thelma & Louise”, resolvem fugir no Karmann-Ghia do jardineiro (Lima Duarte) em busca de três sonhos: Stalone (Ariel Goldenberg) quer ver o mar, Aninha (Rita Pokk) quer casar e Márcio (Breno Viola) precisa voar. Seja como for, na vida real, estão alçando voos bem altos.