Uma campanha financiada pela organização Repórteres sem Fronteiras mostra alguns líderes mundiais tidos como violadores da liberdade de imprensa fazendo gestos obscenos.
Os nomes foram escolhidos a partir de uma listagem de 39 que, conforme a organização, são os “predadores da liberdade de informação”. “Poderosos, perigosos e violentos, esses predadores se consideram acima da lei”, afirma a entidade.
Cinco novos nomes entraram para a lista neste ano: o novo presidente chinês, Xi Jinping, o grupo jihadista Al Nosra, da Síria, a Irmandade Muçulmana, do Egito, os movimentos armados do Baluquistão e os extremistas das ilhas Maldivas.
Deixaram a lista, por outro lado, o ministro das Comunicações da Somália, Abdulkadir Hussein Mohamed, o presidente de Mianmar, Thein Sein, o ETA e o Hamas e a Autoridade Nacional Palestina.