A Polícia Civil de Ourinhos (120 quilômetros de Bauru) investiga a morte por esquartejamento de Manoel Ferreira Lemos, 73 anos, residente no Jardim Ideal. As informações são do portal Repórter na Rua.
De acordo com a polícia e o portal, o corpo da vítima teria sido encontrado por volta das 16h desta segunda-feira (10). Ele teria sido dividido em dez partes e encontrado em dois locais diferentes. Enquanto corpo e membros foram encontrados dentro da casa, a cabeça foi encontrada na parte externa da do imóvel próximo a um córrego.
De acordo com o delegado Delegacia de Investigações Gerais de Ourinhos (Dig), João Beffa, a cena do crime era macabra. “Chegando no local encontramos uma cena um tanto quanto macabra, uma vez que dentro da casa estava o corpo totalmente esquartejado, o tronco separado dos membros superiores e inferiores e sem a cabeça e na parte de fora encontramos a cabeça parcialmente carbonizado. O autor, ou autora do crime, ainda tentou queimar o corpo, mas acho que não obteve sucesso e fugiu”.
A principal suspeita de ter praticado esse homicídio seria a amasia da vítima, M. E. C. D., 56 anos, que, até o final da tarde desta segunda-feira não havia sido localizada pela polícia. “A mulher é a principal suspeita porque não foi encontrada na casa, já que morava com Manoel, por isso, a princípio, ela é a principal suspeita do crime”, destacou o delegado, que ainda informou que o apesar de ter documentos da vítima e da provável autora do crime, ainda deve ser feito exames de DNA para comprovar tanto a identificação do corpo, como também para comprovação da participação da mulher no crime.
Ainda segundo o Repórter na Rua, o delegado detalhou como Manoel foi morto. “Isso fica muito claro no local do crime. Da para perceber que a vitima foi golpeada na cabeça com uma marreta, já que no local foi encontrada uma marreta suja de sangue e no crânio tinha um grande afundamento. E depois ainda encontramos também os instrumentos usados para esquartejar o corpo da vítima – um facão de cortar cana e uma faca de cozinha”, relatou o delegado, que ainda afirmou que o autor do crime foi minucioso em sua ação e deixou o local impecável. “O autor tomou todos os cuidados de limpar e de lavar e o local estava bastante higienizado, embora tenha sido encontrado resquícios de sangue na cama na parede, no guarda roupa, mas foi feito um trabalho impecável pelo criminoso ou criminosa”.