Nos próximos dias, o Ginásio Panela de Pressão pode ser penhorado caso haja uma execução provisória na ação do atacante Diego, que venceu em primeira instância no dia 30 de abril, conseguindo sua imediata liberação do clube e mais a quantia de R$ 250 mil. O Noroeste recorreu, e o caso será julgado em segunda instância, no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, em Campinas.
Porém, ainda em primeira instância, a parte reclamante (Diego) pediu uma execução provisória, que envolve a Panela, por ser uma área não utilizada pelo clube. Além disso, o imóvel não pode ser leiloado neste momento, apenas após o trânsito em julgado da ação, que pode chegar ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, processo que pode levar vários meses.
“O Noroeste recorreu da ação, e o juiz da 2ª Vara do Trabalho de Bauru (primeira instância) ainda vai definir se acata o pedido de execução provisória. Neste caso, o imóvel não vai a leilão”, explica Filipe Rino, advogado de defesa de Diego.