Cirso Mendes Silveira foi embora. Cirso foi um dos poucos amigos queridos que tive na cidade. Partiu. Insubstituível. Nossa cultura esteve no auge quando dirigia o Sesc.
Amigo de sangue, ele me proporcionou exposição de artes plásticas e mostras do meu teatro. Me fez brilhar! Acreditava em mim. Levou isso com ele e sua alma magnífica.
Belo homem, belo ser vivente! Foi rara exceção na fervente Aralu. Se Deus existe, está com Cirso!
Esso A. Maciel