O Equador abriu mão de benefícios comerciais oferecidos pelos Estados Unidos e se ofereceu para pagar por treinamentos sobre direitos humanos nos EUA, em resposta à pressão norte-americana sobre o pedido de asilo feito pelo ex-prestador de serviço de uma agência de espionagem Edward Snowden.
A resposta agressiva ameaça provocar problemas nas relações entre as duas nações sobre Snowden, e pode consolidar o presidente socialista Rafael Correa como principal crítico das políticas imperialistas dos EUA na região após a morte do líder venezuelano Hugo Chávez.
“O Equador não vai aceitar as pressões ou ameaças de ninguém, e não trafica seus valores ou permite que sejam subjugados a interesses mercantis”, disse o porta-voz do governo, Fernando Alvarado, em entrevista coletiva.