09 de julho de 2026
Esportes

Basquete: bola, só depois...

Thiago Navarro
| Tempo de leitura: 2 min

Não é a parte da temporada que os jogadores mais gostam, mas é assim que o “ano novo” do basquete começa: com muito treino físico. E no Paschoalotto/Bauru, claro, não poderia ser diferente. O elenco se reapresentou no começo de julho, mas por enquanto, bola só nos arremessos depois do treino. O trabalho para valer é com o preparador físico Rodrigo Mantovani.

“As avaliações físicas são nesta segunda semana. No começo, fizemos um trabalho de transição, pois nas férias alguns treinam e outros não fazem nada. O ideal seria treinar, mas neste período de férias é mais difícil. Agora na volta que começa pra valer mesmo, nos primeiros dias alguns ainda estão um pouco abaixo, mas isso é normal, pois estavam parados”, detalha Mantovani.

“São duas semanas de trabalhos físicos, até porque o Hudson (Previdelo, auxiliar do técnico Guerrinha) já vai para o sub-22, então os primeiros trabalhos com bola ficarão para depois do dia 15, quando o Guerrinha já estará aí”, cita. “Mas temos um tempo ainda até a estreia, até lá dá para deixar em uma condição melhor”, explica.

Sobre o “padrão físico” do time, Mantovani entende que é difícil fazer um prognóstico. “Estamos na pré-temporada ainda, e depois é que vem o ritmo de jogo, a parte física, de musculatura, cardiorrespiratória, estará certa para o começo, mas o ritmo de jogo, só com o tempo mesmo. Tanto que é difícil falar em porcentagem, em quanto estará o elenco no começo”, relata.

“É difícil, pesado, ninguém gosta muito da parte física, mas é necessário, e estamos focados para fazer o melhor possível”, resume o pivô Lucas Tischer. Na última semana, por exemplo, boa parte dos treinos foram na academia e na pista de atletismo da Unesp, além dos exames médicos em clínicas. Apenas um treino, na quinta-feira, foi no Ginásio Panela de Pressão.