O presidente da CBF, José Maria Marin, oficializou neste sábado (13), à Conmebol pedido para que o Atlético-MG jogue a segunda partida da final da Libertadores no estádio Independência, e não no Mineirão.
Segundo a Folha de S.Paulo apurou, Marin pediu à Confederação Sul-Americana que o time mineiro tenha o mesmo tratamento que o paraguaio Olimpia, tricampeão do torneio continental.
O argumento do presidente da CBF é que o estádio Defensores del Chaco, em Assunção, também não tem a capacidade pedida para a final -o regulamento estipula mínimo de 40 mil torcedores.
Os ingressos para o primeiro jogo da decisão, quarta-feira, já estão sendo vendidos no Paraguai. Já o Atlético-MG ainda não começou a venda das entradas para o jogo marcado para dia 24, no Mineirão.
Confusão
O presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, ficou revoltado com a decisão da Conmebol e prometeu lutar para que o jogo seja realizado no Independência, estádio onde o time está invicto há 38 partidas.
"O local da partida ainda não está definido. Estamos questionando a Conmebol o motivo do primeiro jogo ser no Defensores del Chaco, que não tem capacidade para 40 mil pessoas, como prevê o regulamento", disse Kalil. "Por que lá pode e aqui não? Estamos trabalhando para definir essa situação."
No Independência cabem 23 mil espectadores. Reformado para a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, o Mineirão pode receber até 62.160 pessoas. Já o Defensores del Chaco tem capacidade para 38.000 espectadores, segundo a Associação de Futebol do Paraguai.