10 de julho de 2026
Regional

Simulação de vazamento de amônia mobiliza socorristas

Colaboração: Ana Beatriz Assam
| Tempo de leitura: 1 min

Malavolta Jr.

Os envolvidos em simulado socorrem “vítima” com maca; no detalhe, avião agrícola confere mais realismo à atividade

A empresa AB Brasil realizou ontem, dia 17, na sede da empresa em Pederneiras, o Simulado de Emergências Químicas para treinar situação de vazamento de amônia - matéria-prima na produção de fermentos e leveduras.

Estiveram presentes bombeiros de Bauru e Pederneiras, as defesas civis das mesmas cidades, a Rede Integrada de Emergência de Bauru e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), além das empresas vizinhas Raízen (antiga Cosan) e Ajinomoto.

Estima-se que cerca de 80 pessoas tenham participado do simulado, 30 delas sendo brigadistas da AB Brasil.

De acordo com José Luiz Theodoro, gerente de segurança da empresa, esses simulados são realizados há cinco anos e servem para colocar em prática o que os brigadistas da empresa treinam durante no mínimo 2h por dia.   

Brigadas integradas

O foco principal da atividade é a diminuição da quantidade de erros que podem ocorrer em situações como essa. “Então a gente treina, faz simulados, faz integração com as brigadas pra diminuir ao máximo a quantidade de erros e pequenas falhas”, conta o sargento Rossi, comandante do Corpo de Bombeiros de Pederneiras.

A simulação foi de cinco vítimas. Dessas, uma seria o que é chamado de “vítima de altura”, estando no telhado da empresa.  A finalização do simulado contou com a utilização de aviões agrícolas.

É necessário ao brigadista o uso de equipamentos corretos, entre eles um tipo de roupa chamado Nível A.

Segundo José Luiz, a roupa Nível A é usada em guerras biológicas e químicas e necessita de permissão do exército norte-americano para ser adquirida por até 4 mil dólares cada.