A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), prendeu neste sábado (20) o suspeito de matar Aline Cristina de Oliveira Moreira, de 25 anos, que foi encontrada morta no último dia 3, no Núcleo Beija-Flor, próximo a ponte do córrego Barreirinho, em Bauru.
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Douglas Reis |
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As provas contra Edilson foram apresentadas pela Polícia |
Segundo o delegado da DIG, Cledson Luiz do Nascimento, Edilson Sebastião Horácio, de 26 anos, vulgo “Negão”, foi preso na residência de seu avô, localizada na rua Manoel Victorino Rello de Araújo, Núcleo Beija-Flor.
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Douglas Reis |
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Pegada em local do crime fez policiais chegarem ao suspeito |
Ele foi identificado através de três principais provas: as imagens do circuito de segurança de uma loja que fica próxima do local crime, a pegada do tênis usado pelo assassino e o celular da vítima. Ele não confessou o crime e alegou que falará somente em juízo.
Investigação
De acordo com o delegado, Edilson teria tentado estuprar a vítima, mas ela teria resistido e, após luta corporal, o suspeito teria a golpeado e a asfixiado. Em seguida, ele pegou o celular de Aline, o qual foi encontrado pelos policiais com uma pessoa que alegou ter comprado de Edilson.
Além da prova do celular, policiais acreditam que a pegada do tênis usado pelo assassino é de Edilson. O tênis do suspeito foi encontrado e apreendido pela DIG.
Ainda de acordo com a polícia, o suspeito do crime é usuário de drogas e tem passagem pela polícia por estupro. Ele está à diposição da Justiça.
Crime
O corpo da recuperadora de crédito foi encontrado por volta das 7h30 da manhã do dia 3 de julho, na quadra 1 da rua Professora Julieta Guedes, por pessoas que passavam pelo bairro e acionaram a Polícia Militar (PM). Com o rosto submerso e virado para baixo, Aline estava caída no córrego Barreirinho sob a ponte que liga o bairro Santa Luzia ao Beija-Flor.
Como o corpo não apresentava rigidez cadavérica, a polícia já concluiu que a vítima fora morta pouco tempo antes de ser localizada.
Próximo ao local onde Aline estava, há uma área de terra, onde foram encontrados um colchão e um travesseiro. Ali, havia manchas de sangue. No chão, há marcas indicando que Aline pode ter sido arrastada e jogada no rio.