08 de julho de 2026
Esportes

Brasil leva mais 3 medalhas e encerra com dez pódios

Confederação Brasileira de Judô
| Tempo de leitura: 2 min

O Brasil conquistou mais três medalhas neste domingo de competições no Grand Slam de Moscou; um ouro, uma prata e um bronze. Desta forma, a seleção brasileira sai como grande campeã geral, com dez medalhas ao todo, sendo três de ouro, quatro de prata e três de bronze, nesta que foi a última competição do circuito internacional antes do Mundial do Rio.

O ouro ficou com Maria Suelen Altheman, que passou por todo o caminho com Ippons. Foi assim na estreia, contra a japonesa Nodoka Shiraishi; também no combate seguinte, contra a alemã Franziska Konitz; e, da mesma forma, na final contra outra japonesa, Kanae Yamabe. É o segundo título de Grand Slam seguido para a, agora, número um do mundo, após ter sido campeã também em Baku.

Divulgação/ CBJ

Maria Suele Altheman venceu a japonesa Kanae Yamabe e ficou o ouro na categoria acima de 78kg

Na categoria até 78kg, Mayra Aguiar voltou conquistar um pódio numa grande competição internacional, como ela vem fazendo desde que espantou a lesão que sofreu no ano passado. Mayra fez uma campanha com três lutas muito duras: a ucraniana Maria Turks e a holandesa Marhinde Verkerk foram superadas pela brasileira líder do ranking mundial da categoria. Na decisão do ouro, Mayra voltou a encarar a número dois do mundo e sua principal adversária no âmbito internacional, a húngara Abigel Joo. Dessa vez, porém, após luta tensa, Mayra sofreu um Yuko a 16 segundos do fim e terminou a campanha com medalha de prata.

A outra medalha do dia foi de Luciano Corrêa, que voltou a subir no pódio de uma competição mundial depois de quase dois anos, tendo sido a Copa do Mundo de Almaty, em setembro de 2011, a última. Luciano esteve em dia inspirado, lembrando aquele atleta campeão mundial em 2007.

Começou aplicando Ippon para cima do ucraniano Dmytro Luchin; na sequência, encarou o cabeça de chave número um da competição, o azarbaijano Elkhan Mammadov, e novo Ippon; na semifinal, foi Luciano quem acabou não levando sorte e sofrendo Ippon aplicado pelo uzbeque Ramziddin Sayidov; mas, na luta pelo bronze, o brasileiro controlou e forçou o cazaque Maxim Rakov a sofrer quatro shidôs e, consequentemente, o Hansoku-make.