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Fotos: Thiago Vendrami |
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Bispo de Umuarama preside catequese na comunidade durante a JMJ |
No primeiro dia de catequeses durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), realizadas nesta quarta-feira (24), mais de 120 peregrinos da Diocese de Bauru estiveram reunidos na Paróquia Divino Espírito Santo, região do Realengo, no Rio de Janeiro.
A comunidade os acolheu para toda a Jornada, além de aproximadamente outros 500 de diversas localidades do Brasil. Para dormir, familias moradoras nas proximidases ofereceram suas residências.
As catequeses na JMJ permitem, além da formação católica, que os jovens confessem e tirem sua dúvidas, bem como estarem sempre em oração presidida por um bispo. Neste caso, os 120 bauruenses participaram com o bispo de Umuarama, Paraná, dom João Mamede Filho.
Os peregrinos de Bauru, de diversas gerações, são provenientes das Paróquias Santa Rita, São Sebastião, São Cristóvão e dos movimentos Jovens Sarados e Focolares.
O profissional de suporte técnico, Daniel Buceli, de 30 anos, está neste grupo e participa pela segunda vez da Jornada. “Em 2011, eu fui como membro da delegação oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na condição de coordenador do Setor Juventude da Diocese de Bauru”, explica.
Para Daniel, que hoje é catequista na Paróquia São José Trabalhador, na Vila Industrial, cada Jornada tem sua identidade, tornando-se incomparáveis, mas ressalva. “Em Madrid, começou minha Jornada no Rio. Saí de lá com a certeza de estar aqui”, garante.
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Padre Carlos Roberto Rigues Pontes que acolheu os bauruenses |
Futuros sacerdotes
Se depender das orações e anseios do padre Carlos Roberto Rigues Pontes, da Paróquia Divino Espírito Santo, região do Realengo, no Rio de Janeiro, que acolheu os bauruenses, a JMJ despertará o desejo sacerdotal na juventude. “É preciso que o jovem veja que o sacerdócio, a vida religiosa e consagrada existem e podem se realizar com isso. A Igreja anseia por vocações sacerdotais”, diz.
Para ele, “ser santo de calça jeans” é possível, pois todos os santos foram homens como todos os outros, mas que viveram integralmente o Evangelho e o cristianismo, sendo reconhecidos por isso.