11 de julho de 2026
Nacional

Marcha das Vadias faz críticas à Igreja Católica em Copacabana


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Cerca de 200 pessoas participaram ontem à tarde da Marcha da Vadias na orla da praia de Copacabana, na zona sul do Rio.


O objetivo da marcha é combater a violência contra as mulheres e os casos de abuso e estupro que têm aumentado no país. O tema deste ano é “Quebre o silêncio”, para incentivar mulheres a denunciar os crimes de violência doméstica.


A concentração aconteceu no posto 5, em Copacabana, mesmo local onde peregrinos estavam reunidos à espera do papa Francisco e, também, para participar da Vigília, que teve início por volta das 19h30.


 Sobre a presença dos peregrinos em Copacabana, a educadora Rogéria Peixinho, uma das organizadoras do evento, disse que o posto 9 é uma tradição e que a marcha irá para Ipanema, em direção contrária ao local onde estão concentrados os peregrinos.


 “Nós estamos na contramão da Igreja, e o posto 9 é uma tradição, disse.


Neste ano, o evento também faz a defesa do Estado laico diante do avanço do projeto de lei que institui o Estatuto do Nascituro. A data foi escolhida justamente para contrapor a presença do papa no país, que representa uma das instituições mais conservadoras e que é contrária ao aborto: a Igreja Católica.