A Arquidiocese de Botucatu (100 quilômetros de Bauru) também participou da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio de Janeiro, com suas pastorais, ministérios da Renovação Carismática Católica (RCC), religiosos e fiéis dos mais variados. Na última quinta-feira, 11 ônibus lotados saíram da cidade com destino à capital carioca.
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Thiago Vendrami |
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Rosemeire Cristina da Silva estava radiante durante a participação no evento na capital carioca |
A bibliotecária Rosemeire Cristina da Silva, de 48 anos, participou no Ministério Universidades Renovadas e é ministra extraordinária da comunhão, na capela do Hospital das Clínicas, na Unesp de Rubião Júnior (distrito de Botucatu). E esta é sua segunda JMJ.
“Minha primeira Jornada foi em agosto de 2005, em Colônia, na Alemanha. Foi a primeira do Papa Bento 16 e agora tenho a oportunidade em estar na primeira de Francisco”, diz.
Para ela, cada encontro carrega uma nova experiência, que remete à confiança que tem na fé firme, verdadeira, e que lhe gera motivo de alegria.
Meirinha, como é conhecida na diocese, espera levar a benção do Papa aos seus amigos, colegas e familiares. “Por aqueles que não estão aqui, espero levar a benção do Papa e também partilhar com eles desta alegria imensa e a esperança na fé”, garante.
A Jornada Mundial da Juventude tem como característica reunir todos os povos que professam a mesma fé e que, mesmo em idiomas diferentes, se entendem como se fossem um só. “Quem está aqui pode provar da unidade que Deus faz entre os povos por meio da fé católica, gente de cada canto do mundo vivendo a mesma espiritualidade. É incrível”, se empolga a bibliotecária.
Mesmo os protestos e o temor pela segurança no Rio de Janeiro não incomodaram Meire. “É tão lindo estar no Rio de Janeiro sem ter que se preocupar com violência. É o Espírito Santo agindo na JMJ”, conclui.
Evangelizando
Amiga de Rosemeire desde quando entrou no curso de física médica na Unesp de Botucatu, em 2005, Juliana Troll Trujillo, de 26 anos, levou sua pequena Elis, de apenas 1 ano de idade, para ver o Papa e destacou a importância de ensinar o catolicismo desde pequena. Hoje ela está em São Carlos.
“O exemplo tem que ser dado desde quando a criança é pequena, a formando na religião e no caráter. E trazê-la à JMJ dará para ela a dimensão, com o tempo, do que é viver em comunidade”, diz.
Juliana desde criança foi educada no catolicismo, mas se firmou na fé quando participou do GOU (Grupo de Oração Universitário), na Unesp. “Sempre fui educada no catolicismo, me fortaleci durante o crisma e grupo de jovens e depois me firmei mesmo no GOU”, garante.
O GOU faz parte do Ministério Universidades Renovadas, vinculado à Renovação Carismática Católica. Em Bauru, está presente em todas as universidades.