Após anos de dedicação e evangelização à comunidade agudense, frei Gregório, que morreu na cidade em março de 2005, aos 85 anos, recebe o carinho e a fé da população que luta para sua beatificação.
Gregório Johnscher chegou a Agudos no ano de 1953, onde trabalhou na evangelização da comunidade por 51 anos, celebrando missas e levando a comunhão para os enfermos do Hospital de Agudos, e atuando como frade, sacerdote, professor e museólogo.
Nascido em 1920, em Curitiba (PR), Noberto Guilherme, nome de batismo do frei Gregório, entrou para o seminário aos 14 anos, destacando-se por ser um aluno estudioso e com grande vocação para a religiosidade, qualidades que posteriormente o ajudaram a se tornar um professor reconhecido e respeitado por 36 anos no Seminário Santo Antônio, além de ser o criador do Museu Escolar do Seminário Santo Antônio.
Com diversas pessoas afirmando que alcançaram graças após confiar e orar pelo religioso, Rinaldo Andruciolli, jornalista e coroinha do frei por 17 anos, deu os primeiros passos para o processo de beatificação, escrevendo a oração de devoção do sacerdote, que foi aprovada em 2009, pelo bispo de Bauru, dom Caetano Ferrari. “Através desta oração os fiéis podem começar a rezar para o frei Gregório e ter suas graças alcançadas e assim encaminho todas para o dom Caetano que irá analisar e arquivar, e quando estiver no momento certo, irá começar efetivamente o processo de canonização.”, explica. Rinaldo diz que está otimisma e acredita que está no caminho certo para convencer a Igreja Católica.