Com relação à matéria publicada neste domingo sobre a estrada velha Bauru-Agudos, tomo a liberdade de fazer um pequeno acréscimo, principalmente para os ciclistas que ainda não a conhecem. Devemos ter bastante atenção, especialmente entre março e julho, em que é intenso o trânsito de caminhões e máquinas pesadas que estão trabalhando na colheita da cana-de-açúcar e posterior preparo da safra seguinte.
Como citado na matéria do JC, a Bauru-Agudos é opção de diversão, então, atenção com o pessoal das motos e quadros que também a utilizam para chegarem nas trilhas. Fones de ouvido não se recomenda. Agora, contato com natureza, mata nativa, somente no pequeno trecho bauruense, nos pouquíssimos metros à margem do leito da estrada e somente dentro da faixa de domínio da mesma, aliás, que com a chegada de condomínios àquela região não deve durar muito. No mais, muito filtro solar, capacete, óculos e mesmo em estrada de terra vale aquela máxima do trânsito: veja e seja visto.
Luiz Carlos Rodrigues