09 de julho de 2026
Bairros

Bauru confirma 733 casos de dengue de uma vez e 3º óbito


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A Secretaria Municipal de Saúde confirmou ontem, de uma vez, 733 casos de dengue, sendo que um deles evoluiu para óbito. Com os novos registros, Bauru contabiliza, até o momento, 7.345 registros da doença – 7.334 autóctones e 11 importados, com três óbitos.

Segundo informações da assessoria de imprensa da prefeitura, o óbito ocorreu no dia 28 de maio e refere-se a uma idosa de 87 anos com comorbidades (hipertensão arterial, Alzheimer e fibrose pulmonar), atendida na rede privada de saúde.

O Departamento de Saúde Coletiva esclarece que, desse total de 733 casos divulgados ontem, 716 são devido ao diagnóstico ter sido possível somente por meio de critério clínico-epidemiológico.

Por esse critério, os pacientes compareceram à rede pública de saúde apresentando os sintomas da doença, porém não retornaram para a coleta do exame de sorologia, após o quinto dia de manifestação dos sintomas, conforme recomendação médica. Entretanto, por serem considerados suspeitos, receberam as orientações sobre o tratamento desde o primeiro contato com o atendimento médico.

“Muitas dessas fichas tiveram início nos primeiros meses do ano e estão sendo encerradas neste mês. Assim sendo, o número de casos de dengue registrados recentemente vem diminuindo, sendo que no mês de julho foram registrados 17 casos novos”, informou a assessoria.

Alerta

A secretaria alerta à população que a queda de novos casos não justifica que os cuidados preventivos em relação à doença sejam reduzidos.

O Departamento de Saúde Coletiva recomenda a todos que continuem tomando as seguintes medidas: evitar vasos de plantas com pratos de plásticos; manter ralos internos e externos tampados, bem como vasos sanitários; manter as piscinas limpas, tampadas ou desmontadas, quando possível; descartar todo material inservível com potencial para criadouro de larvas do mosquito Aedes aegypti (garrafas, latas, embalagens vazias, pneus e outros); manter a limpeza das calhas antes de sair de casa por vários dias; manter alguém responsável pela troca e limpeza dos recipientes de água dos animais.

A proliferação do mosquito Aedes aegypti só é possível desde que haja condições da sobrevivência das suas larvas, entre elas a água parada.

A secretaria alerta à população que é imprescindível que todos se atentem para as condições de seus imóveis habitados ou não e terrenos baldios, o que pode influir de forma incisiva no desenvolvimento da doença na cidade.