08 de julho de 2026
Esportes

Basquete: quase pronto

Thiago Navarro
| Tempo de leitura: 2 min

Com dificuldade para revezar o armador Ricardo Fischer, único jogador da posição no elenco atual do Paschoalotto/Bauru, o técnico Guerrinha deverá respirar mais aliviado a partir de setembro. Primeiro pela volta de Larry Taylor, que está com a Seleção Brasileira na Copa América. Ele deve retornar a Bauru na metade de setembro, junto com Lucas Avelino, em fase final de recuperação de cirurgia no joelho direito, em fevereiro.

“Nesta semana completei seis meses de recuperação, procurei dar o meu máximo neste período. Mas ainda faltam alguns detalhes para que eu possa voltar, preciso ganhar um pouco mais de força muscular”, menciona Lucas. “Estou gostando do time, mas o Ricardo Fischer está sobrecarregado na armação. Minha função no time é esta também, levar a bola, armar as jogadas, espero poder ajudar”, relata o atleta.

Lucas já passou por exames de dinamometria isocinética na Clínica de Fisioterapia Reability, em Bauru. O aparelho é usado por grandes clubes de futebol e atletas olímpicos, e visa avaliar, de forma objetiva, os componentes de desempenho muscular relativos às articulações de diversas partes do corpo, entre elas o joelho - caso do armador bauruense. Ele ainda vai passar por mais alguns exames antes de ser liberado de vez para os jogos, no próximo mês.

Fischer

Se Lucas Avelino está próximo de retornar ao time, o ala Fernando Fischer deve aguardar mais um pouco. O jogador passou por cirurgia no tornozelo direito em março, e só deverá voltar em outubro. “Acho que a minha evolução está boa, até melhor do que eu imaginava. A previsão inicial dos médicos era realmente de seis meses (ou seja, final de setembro). Ainda tenho um pouco de dor, mas bem menos do que antes. A minha vontade é entrar na quadra e jogar já”, relata Fischer.

“Se eu pudesse escolher, queria voltar já nesta fase do Paulista, para pegar ritmo, mas isso não depende só de mim. São seis meses para voltar a fazer um treino coletivo, acho que pela data que foi passada lá no começo, talvez possa jogar a Sul-Americana aqui em Bauru”, destaca.

O fisioterapeuta Giancarlo Fellipe explica como está a evolução do atleta. “No caso do Fischer, está acima da expectativa. Mas tem que manter o protocolo, até para não haver problemas, como tendinite. A cirurgia dele foi complexa, teve transposição de tendão, osseotomia do osso calcâneo, teve que fazer suturas, enxertos”, pontua. “Já o Lucas ainda precisa de um ganho muscular, são mais uns 30 ou 40 dias para ele poder jogar com intensidade, mas dentro de uns 10 a 15 dias ele já poderá jogar alguns minutos”, finaliza.

Além de Giancarlo Fellipe, trabalham diretamente na recuperação dos atletas o fisioterapeuta Rogério Lourenço e o preparador físico Rodrigo Mantovani, todos do Paschoalotto/Bauru.