11 de julho de 2026
Internacional

Funcionários de fast-food fazem greve em mais de 50 cidades norte-americanas

Folhapress
| Tempo de leitura: 1 min

Trabalhadores do setor de fast-food americano realizaram ontem uma onda de greves em mais de 50 cidades dos Estados Unidos, pedindo melhores salários e direito de sindicalização.

O movimento, que já promoveu diversos atos - com duração de um dia - desde o final do ano passado, alcançou ontem seu maior resultado, acima das estimativas dos organizadores, que esperavam a adesão de pouco mais de dez cidades.

Iniciada em 2012, com 200 funcionários de redes como McDonald’s, Burger King, KFC e Wendy’s em Nova York, a campanha, em pouco tempo, se expandiu para St. Louis, Milwaukee, Chicago, Los Angeles, San Francisco e outros, atraindo milhares de trabalhadores, segundo organizadores.

A classe reivindica salário de US$ 15 por hora, enquanto a média paga atualmente gira em torno de metade disso. O movimento já recebeu comentários apoiadores de pré-candidatos à prefeitura de Nova York. Um deles, a democrata Christine Quinn, esteve em uma das marchas hoje na cidade, à frente de centenas de participantes.

As empresas afirmam que não houve fechamentos significativos de estabelecimentos nas datas das greves, pois são recrutados poucos funcionários entre diversas unidades de muitas empresas, reduzindo o impacto sobre cada operação.