Tropas egípcias e helicópteros atacaram militantes islâmicos na península do Sinai, ontem, na tentativa de conter uma ameaça à segurança que se espalhou para o restante do país.
A militância islâmica aumentou consideravelmente na região relativamente sem lei vizinha a Israel e a Faixa de Gaza, bem como em outros lugares do Egito, desde que o Exército depôs o presidente islâmico Mohamed Mursi, em 3 de julho, após protestos em massa contra o governo.
Mursi continuará preso
A Justiça do Egito ordenou ontem prolongar por mais um mês a prisão preventiva do presidente deposto, Mohammed Mursi. Ele está detido desde quando foi retirado do poder, em 3 de julho, e foi acusado de conspiração com o grupo radical palestino Hamas. Segundo a Promotoria, Mursi é acusado de ter se aliado à entidade para fazer uma rebelião em uma cadeia próxima ao Cairo, durante a revolta que derrubou o ditador Hosni Mubarak, em 2011.