09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Desafios aos consumidores


| Tempo de leitura: 2 min

Sr. RCBM, na cidade de Agudos ? SP, teve problemas no recebimento do sinal de sua internet residencial, no período de 30 de maio de 2013 a 12 de junho de 2013, perfazendo um total de 7 dias sem o devido sinal do serviço. Em todos os dias sem o serviço contrato o mesmo entrou em contato com a central de atendimento de sua operadora protocolando suas reclamações, onde sempre lhe negaram a visita de um técnico.

Após muita insistência pelo serviço ruim, conseguiu a visita do técnico da empresa em 1de julho de 2013, em que constatou que o problema era devido tão somente a uma das caixas das ruas (ponto de redistribuição) que estava com seus terminais com defeito. O consumidor voltou a entrar em contato com a sua operadora (empresa Vivo) no mesmo dia e solicitou desconto dos 7 dias sem o devido serviço.

No mês (julho), só recebeu o desconto de 1 dia apenas (referente à visita do técnico). Voltou a entrar em contato protocolando novo pedido do reembolso dos 6 dias faltantes de todos os protocolos anteriores.

No mês subsequente (agosto), nada em desconto em sua fatura. Entrou novamente em contato com a central da empresa, onde a atendente tentou falar que ele não teria direito, pois nada foi apurado em seus sistemas, pediu o número de protocolo e entrou em contato com a Anatel, abrindo protocolo pela Agência Reguladora quanto à queixa não resolvida com a operadora local.

Após esperar pelo prazo de 5 dias úteis, a empresa local entrou em contato com o consumidor e protocolou junto à Anatel seu compromisso de ressarcimento devido (em setembro) sobre o período pela falta de serviço e valor cobrado. A conclusão que o consumidor chega é que para ter seus direitos quanto ao ressarcimento teve que disponibilizar 5 horas e muita paciência durante 4 meses, pelos 8 protocolos junto à operadora local e 1 junto à Anatel para receber seu valor devido, e questiona: "Para resolver os desafios da vida - você quer ter razão ou ser feliz?

Abrir mão de uma pequeno valor para a empresa multinacional ou lutar pelos seu direitos, disponibilizando o total de tempo para ver seus direitos cumpridos.

Ronaldo Cesar Barbosa de Matos