A motorista que foi morta anteontem pela polícia perto do Congresso americano após tentar atravessar uma barreira na Casa Branca acreditava que o presidente Barack Obama a espionasse.
A assistente de dentista Miriam Carey, 34 anos, também dizia que havia vigilância eletrônica em sua casa, no Estado de Connecticut, onde vivia com o namorado.
Ela guardava remédios contra depressão, esquizofrenia e outros distúrbios.
Segundo a mãe de Carey, Idella, a filha sofria de depressão pós-parto.
Apesar de aparentemente estar desarmada quando tentou invadir o perímetro de segurança da Casa Branca, Carey foi seguida por carros da polícia e do serviço secreto, que atiraram diversas vezes contra o veículo.
Seu carro atingiu uma patrulha da polícia do Congresso. Um agente do serviço secreto e um policial do Congresso ficaram feridos.
Para Cathy Lanier, chefe de polícia de Washington, a abordagem foi correta.
Carey estava com a criança, de um ano, que não se feriu. Até que se defina seu destino, ela ficará sob proteção judicial.
Homem incendiado
Um homem que aparentemente colocou fogo em si mesmo no Shopping Nacional de Washington ontem foi levado às pressas para um hospital local, disseram autoridades.
Ontem, ainda não se não sabia como o homem foi incendiado, mas uma autoridade federal disse à reportagem que o homem pôs fogo em si mesmo. Ele estava consciente e respirando quando foi levado para o hospital.