Sob esse título, leio em 13/10/13 o pensamento do senhor Carlos Eduardo Torres Rubi nesta coluna. Achei interessante, pois veio de encontro ao que eu estava escrevendo também para esta coluna. Entre outras coisas, ele diz que é oportuno que sejamos firmes e que devemos dizer sempre a verdade, não importa para quem ou diante de quem. Devo completar, dizendo: "Se alguém se omitir, deixando que a mentira sobrepuje a verdade, é como se ele estivesse mantido também".
Tais palavras me incentivaram ainda mais no sentido de transcrever aqui o que já estava formado em minha cabeça, que tem como título: "O verdadeiro amigo". Imagine como é que você se sentiria se um de seus verdadeiros amigos se portasse de maneira vil e infame, deixando-o em uma situação difícil e constrangedora, fazendo-o passar por mentiroso. Você sabe que é ele o mentiroso, e até pode provar isso. Você fica tão chocado que não acredita no que está acontecendo... mas está! É aí que cai a fixa, e você começa a entender o sentido das coisas, e pensa: convivemos com dois tipos de pessoas. O conhecido e o desconhecido. O conhecido é aquele que cumprimentamos eventualmente. O desconhecido seria como um zero à esquerda. Na verdade, temos mais uma pessoa, que é o amigo. Este, pelos seus atos de dignidade, amizade e compreensão, torna-se "o seu verdadeiro amigo". No caso em questão, o verdadeiro amigo torna-se um verdadeiro amigo falso... e canalha!
Voltando ao pensamento do senhor Carlos Eduardo, ele diz que "o mundo dá voltas". Entende-se que quem não pratica a verdade, ou se omite dela, amanhã poderá receber o troco... e não lhe será dada a oportunidade de defender-se, mesmo que ora o assunto seja verdadeiro. É a lei de Talião: "Olho por olho, dente por dente!"
Luiz Carlos Pasquarelo