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Por gostar do contato humano, ser equilibrado e versátil ao servir para guarda, pastoreio e companhia, o pastor alemão é uma das raças mais difundidas no Brasil. Não por acaso, está presente na Polícia Militar — e a fama de “cão policial” faz com que o Tiro de Guerra (TG) esteja à procura de um exemplar da raça para servir de segurança na ausência dos atiradores e, assim, ser o mascote oficial da tropa.
“A gente fica sem os atiradores de 30 de novembro até março do próximo ano, quando eles retornam. Nesse período, contamos apenas com um vigia, normalmente um ‘senhor já de idade’, e um cão de guarda pode ajudar nessa tarefa. Além disso, a nossa intenção é transformá-lo em mascote e colocá-lo para desfilar com a gente no 7 de Setembro, por exemplo”, explica o subtenente Sálvio Condé de Oliveira Souza, chefe da instrução do TG de Bauru.
E o nome?
Ainda segundo Souza, o cão será adestrado para o convívio com os atiradores e uma enquete será realizada para a escolha do nome. “Vamos pedir para os nossos amigos da PM ajudarem a gente”. Ter cães de guarda nos quartéis é comum. Na região, muitas companhias têm um “soldado de quatro patas”, de acordo com o subtenente.
Serviço
Quem tiver o interesse em doar um cachorro para o TG pode entrar em contato pelos telefones (14) 3227-0207 e 98224-6920 ou pode, ainda, ir até o TG para conhecer as dependências: rua Sílvio Marchione, 2-37, Vila Universitária.
Já teve um
O futuro guardião do TG não será o único cachorro que por ali chegou. Há uns cinco ou seis anos, vivia pelas dependências o “Sauro”, da raça rottweiler. Dessa vez, os atiradores optam por um pastor alemão, de preferência uma fêmea ainda filhote.