O menino Joaquim Ponte Marques, 3 anos, não frequentava a escola em Ribeirão Preto (213 km de Bauru) havia uma semana até a data de comunicação de seu desaparecimento, na terça-feira.
A informação foi confirmada por Christinne Magalhães, diretora da escola onde Joaquim estudava desde agosto vindo, segundo ela, de São Joaquim da Barra (271 km de Bauru).
De acordo com Christinne, o menino ficou 20 dias de outubro sem frequentar as aulas após registrar complicações na saúde e os médicos descobrirem que ele tinha diabetes.
Ele voltou por cerca de uma semana e no último dia 28 passou mal na escola. A mãe, a psicóloga Natália Mingoni Ponte, 29 anos, pediu que a direção a avisasse caso isso acontecesse, o que foi feito.
Segundo relato da diretora da escola à reportagem, a mãe foi até a unidade e levou o filho para casa. “Foi a última vez que nós vimos o Joaquim”, disse Christinne.
Testemunha teria visto menino
A Polícia Civil de Ribeirão Preto procura uma testemunha que teria visto o menino momentos antes do desaparecimento.
Segundo o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, responsável pelas investigações, essa testemunha é a terceira pessoa que tem informações sobre o garoto, além da mãe e o padrasto. Hoje, Castro não deu mais detalhes sobre a identificação dessa testemunha para não atrapalhar as investigações.
O casal é apontado pela polícia como suspeito pelo sumiço do menino. O delegado pediu inclusive a prisão dos dois, mas a Justiça negou a solicitação, alegando que Longo e Natália estão colaborando com as investigações.