EU FUI NO SHOW
DE ELVIS PRESLEY
Às 19 horas de sábado, 26 de outubro de 2013, acabava de chegar na frente do ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, onde às 21 horas haveria o show "Elvis in Concert". Já havia uma aglomeração de pessoas na porta, com suas camisetas do ídolo, pessoas de todas as idades, vindas de várias cidades do Estado e até de fora. Não era sempre que tinha show de Elvis Presley no Brasil. Já havia ido ao show do ano passado, mas essa seria a última chance que teria de assistir à superprodução que percorre o mundo desde 1997, em que alguns músicos e vocalistas que tocaram com ele, nos anos 70, junto de uma orquestra formada por músicos brasileiros, e regida pelo maestro Joe Guercio, 85 anos, o mesmo que trabalhou com Elvis. A projeção da imagem de Elvis é vista em potentes telões de led que ficam acima do palco, extraídas do "NBC TV Special", de 1968, de "That´s the way it is", de 1970, em Las Vegas, "On Tour", de 1972, e do lendário show transmitido via satélite, "Aloha From Hawaii", de 1973.
A sua voz foi separada da filmagem original e remasterizada e aqueles músicos que estão no palco o acompanham com uma precisão impressionante. As luzes se apagam e começa a introdução de "Also Sprach Zarathustra", usada em todos os seus shows. Em seguida, aparece o rei e solta aquele vozeirão: "I said see, see, rider" e o ginásio quase vem abaixo. Parece que ele está ali, ao vivo. Estavam lá o guitarrista James Burton, que o acompanhou em todos os seus shows, de 1969 a 1977, o baterista Ronnie Tutt, o pianista Glenn Hardin, o baixista Norbert Putnan, que só trabalhou em estúdio com ele, mas participou de várias gravações, dentre elas "Bridge Over Troubled Water", em 1970.
Nos vocais, a presença de Bill Bayze e Ed Hill, do "Stamps Quartet" e Estelle Brown, da "Sweet Inspirations", que trabalharam com ele. Estes artistas, todos na faixa dos 70 anos, em atuações perfeitas, recriam a atmosfera, o sentimento daqueles longínquos shows, dos anos 70, e nós, os fãs, ficamos admirados, emocionados, pois estão ali aquelas pessoas que fizeram parte da nossa história e a do maior astro da música que o mundo já conheceu, Elvis Aaron Presley, o eterno rei do rock.
Após quase 2 horas de show de pura emoção, chegou ao final, quando ele cantou "Can´t Help Falling in Love" e aquelas 6.000 pessoas que estavam lá aplaudiam, gritavam, choravam e ninguém ia embora. Os músicos, após o final, também ficaram no palco bastante tempo, retribuindo aquela acolhida calorosa dos fãs. Deu para perceber o fenômeno que Elvis representa. Como, após 36 anos de sua passagem, um artista desperta tanta comoção nas pessoas? É difícil de explicar. Fãs de todas as idades estavam lá, crianças, jovens, demonstrando que o amor que sentem pelo ídolo, passa de geração a geração e nunca vai morrer. "Elvis é eterno, pois só um mito tem o privilégio de viver para sempre". Esta frase se aplica muito bem a ele. Quem quiser ver a cobertura desse show, é só acessar o site elvistriunfal.com. Viva o Rei! (Fernando Lobregat Matheus)
PARABÉNS, NAÇÃO PARQUINHENSE...
Domingo de sol, e que sol, Estádio Luiz Edmundo Carrijo Coube lotado para a decisão da 3ª Copa Semel de Futebol Amador. Conquistamos mais um título, o 15º, mas além do troféu, o que valeu foi o caráter filantrópico do evento, 1 litro de leite como ingresso. Muito legal a iniciativa. Parabéns, Ubiratan Alves da Silva, pela organização da Copa Semel. À Policia Militar, parabéns pelo trato com os torcedores. No calor da emoção e da partida, alguns empurra-empurra entre torcedores, mas nada que ofuscasse o brilho do espetáculo.
Parabéns, Orgulho do Parque. Branco e seus comandados só nos dão alegrias. Ao pessoal do Oriente, nosso respeito e admiração pela bela equipe. Valeu, Parquinho. Muito obrigado pela alegria de ser parquinhense. Um abraço a todos os admiradores do futebol amador de Bauru. (Julio Cesar San. Francisco ? Jóia)
ÍDOLOS
Não! Não se trata dos ?deseducativos? programas divulgados pela mídia. Não se trata também de concordar ou discordar dos artistas/intelectuais que se espantam com a divulgação de suas biografias que tratam, na verdade, de um "curriculum mortis", - um passado sem experimentar mudanças e para esse objetivo invocam artigos da lei maior do País. O subscritor deseja apenas e tão só abordar os rumos da idolatria que os homens, de um modo geral, movidos pela propaganda falsa ou verdadeira abastecem a vaidade de alguns e servem de munição ao assoberbado orgulho de outros. O tema não é novo! Na antiguidade ? sem entrar no mérito, egípcios, indianos, gregos e romanos tinham os seus adorados ídolos ? deuses e divindades, crenças e cultos frutos do paganismo vigente em cada época, inclusive com o sacrifícios animais e pessoas nos festivais ritualísticos. O que se pretende neste momento é uma tomada de posição em favor dos valores internos ? os valores do espírito, inalienáveis por natureza e revelados pelo necessário bom senso, pelas emoções e pelos sentimentos de fraternidade. No mundo moderno, homens e mulheres assumem perante a sociedade cargos e ou funções de relevo, mas uma minoria é atacada pelo vírus da vaidade e acaba ditando as regras de conduta, de disciplinador perfeccionista e de controlador dos seus subordinados e desse modo, retornam ao barbarismo de antigamente.
Orgulhosos da efêmera posição ocupada na sociedade, repetem o comportamento de Dionisio ? deus grego das festanças regadas com muitas bebidas e por esta razão chamado Baco entre os romanos, ou seja, no exercício das suas atividades acham-se verdadeiros deuses distribuindo benesses aos seus protegidos e bajuladores. Envolvidos pela vaidade e pelo orgulho , elevados ao panteão das "celebridades", esses ídolos de pés de barro vão reconhecer, em algum momento de suas vidas, a existência de valores mais profundos nascidos na crença dos ensinamentos cristãos. A idolatria, ao contrário, inverte essa ideia de valores, proporcionando a criação dos "novos Dionisios". A exagerada publicidade/propaganda substituindo o Ser pelo Ter, exalta o homem comum ao invés de exaltar o único e verdadeiro Ídolo que é Jesus, modelo a ser seguido.
Para um verdadeiro "curriculum vitae", é importante e necessário que o biografado faça um bom exame de consciência, examine o emprego dos dons recebidos e seja reconhecido pelas boas obras que serão deixadas, aceitando com humildade as eventuais críticas; estas fazem parte do processo evolutivo/corretivo de toda a humanidade, processo este tão bem explicado por Allan Kardec na abordagem que fez da Lei do Progresso, em sua magnífica obra "O Livro dos Espíritos". (Roque Roberto Pires de Carvalho)
"Alma cansada?"
Apenas aproveitando o título "Alma Cansada". É assim que nós, moradores da região do Bela Vista, nos sentimos. Nossas torneiras ficam sem água o dia todo e agora no final de semana ela acaba no sábado às 7h e retorna na segunda (se retornar, porque estou prevendo isso) após as 22h. E com isso a conta chega menor? Claro que não. Não existe quem consiga me explicar e convencer que gastando menos por ter menos água pagarei a mesma coisa. Essa conta não bate!
Mas tenho que me desculpar com os leitores desse veículo. Ninguém tem nada com esse problema além da autarquia do DAE (?), que nem merece maiores comentários, mas irei apenas me referir ao DAE como sendo uma arara de roupa, aquela que serve só pra cabide! (...) Agradeço também a esse nobre veículo de imprensa que sempre nos dá espaço para expor nossas situações, sendo imparcial e ético. Não escreverei mais e aqui meu abraço a todos. (Paulo Pupo)
Opressão, repressão
e traumas
A relação de causa e consequência entre as figuras importantes do rock tem me chamado a atenção a algum tempo. Ontem (domingo, dia 10/11), no programa do SBT, De Frente com Gabi, João Gordo, vocalista da banda Ratos de Porão há 31 anos e ex-apresentador da MTV e da Rede Record, figura inteligentíssima, de raciocínio rápido, que conheci há uns 20 dias atrás no Jack, casa noturna que nada de braçadas em relação a outras (que trará Raimundos, Sepultura E Kid Vinil ainda este ano, dentre os mais famosos), contou um pouco de sua história na ótima entrevista sobre sua vida e carreira.
E na primeira parte do programa disse que sofreu muita opressão e repressão na sua infância pelo pai (e na época de ditadura), falecido recentemente, ex-policial militar, o que fez com que saísse de casa ainda muito jovem e montou sua banda que é contestadora, que fala de opressão e repressão, dentre outros temas, que embora escrito ao longo da sua longínqua carreira, serão atemporais, atuais, pois o país, apesar de estar numa "democratização", ainda sofre muito e não consegue evoluir, pela cultura do brasileiro. Os traumas nesse caso mostrou uma pessoa que venceu na vida, com muitas dificuldades por causa de seu estilo musical, o jeito meteórico de cantar e a relação com as drogas, ilegais e legais e na atitude crítica e repressora do pai.
No mesmo parâmetro, Axl Rose, vocalista de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, Guns ?n Roses, em uma entrevista à revista Rolling Stone, pela entrevistadora Kim Neely, no dia 2 de abril de 1992, conta que a gravidez indesejada da mãe e o abandono mais tarde e o desprezo do pai e abuso sexual na infância o fizeram entender as coisas erroneamente, numa total confusão em não saber discernir o certo do errado. Prova disso foi que o famoso vocalista achou até uma determinada idade que bater em mulher era uma coisa normal, e teve que fugir para não ter qualquer transtorno que o levasse à agressividade, à crueldade, à violência de modo geral.
Axl, como Slash conta em sua biografia (guitarrista e amigo de infância), moraram juntos um bom tempo na casa da mãe do guitarrista e compuseram muitas das canções de sucesso da banda. Mas o trauma não parou por aí. As várias prisões de Axl, em shows, no trânsito e atitudes como em São Paulo, quando, no hotel em ficou hospedado, uma fã pediu seu telefone e ele, descontrolado, jogou-o do alto do hotel, na sacada de seu apartamento, quase atingindo os fãs, mostra o quanto o exemplo familiar influencia na personalidade da pessoa.
Casos das autoritárias e opressoras mães e repressores pais (fazendo com que a educação religiosa distorcida castrem seus filhos) com os filhos, que acabam por terem um mecanismo de defesa, fuga nas drogas, "virarem" homossexuais (sem preconceito algum, pois dois dos meus melhores amigos são), saírem obrigados de casa, casando-se muitas vezes sem gostar, para não adoecer, para viver em paz, filhas engravidando para atingir os pais e outros absurdos mais, como em muitos casos. Nesses dois casos dos músicos citados, serviu para se encontrarem na música, mas deixaram traumas que, inconscientemente, são descontados em suas atitudes diárias.
Nem todo exemplo deve ser seguido e ter o cuidado, a cautela, na educação dos filhos, principalmente nesse mundo cão, de "repressão democrática", é fundamental para o sucesso e realização pessoal e profissional dos homens do amanhã. (Guto Guedes, poeta e músico)
CONTA ? GOTAS
"Errar é humano, mas persistir no erro é burrice". O adágio é, por certo, centenário. Por isso não nos pertence. O que chama a atenção é o verbete "burrice". Derivado de "burro" leva-nos à acepção de indivíduo estúpido, grosseiro, ignorante, segundo registro de dicionários. No entanto, segundo depoimento de domadores de animais xucros, o burro é mais inteligente que o cavalo: evita buracos, cercas e obstáculos perigosos durante a doma. Lendo o jornal, senti que estava sofrendo um processo de "emburrecimento".
Mas o termo não é registrado nos dicionários. Então não existe... Mas a dúvida persiste. Entendam: "Governo de São Paulo decide alterar a progressão continuada". Assim, o aluno só poderá ser reprovado em 2 dos 9 anos do ensino fundamental: no 5o e 9o ano. Você entendeu?! Eu, não! Resolução, o aluno que não aprendeu a ler entre o 1o e 5o ano, esperará cinco anos para ser reprovado...
Há nas escolas professores diferenciados no processo de alfabetização. Por que o ensino que se torna difícil em uma classe com vários alunos?! Fácil: a professora encaminharia o aluno ao professor, com uma recomendação: "o aluno não consegue ler." Dentro de poucos dias o aluno seria devolvido, lendo satisfatoriamente. Outro recurso: convidar professores especialistas para orientarem professores das primeiras séries do ensino fundamental! Sem qualquer alusão ao esporte, guardei a frase do goleiro Rogério Ceni, após insucesso fora do país: "o que nos prejudicou não foi a "altitude", mas a "atitude". E mais não disse, nem era preciso.
O que marca o aluno é a "atitude" do mestre. E mais de quarenta anos de magistério, jamais alterei a voz em sala-de-aula. Jamais enviei aluno à sala da Diretoria. O que o Estado deveria fazer é exigir a presença de no mínimo 80% às aulas. É mister aprimorar a formação do aluno, muito mais importante do que a informação. E não é demais repetir: há mais de 50 anos defendo a inclusão do ensino de xadrez nos currículos escolares.
Para fazer campeões? Não, para ensinar o aluno a pensar; a respeitar a vitória do oponente e manter a sobriedade durante as vitórias. Que os especialistas me perdoem, mas não consigo aceitar as medidas propostas... Talvez por não ser especialista... (Álvaro Baptista Pontes)
O campeão voltou!
Parquinho FC, equipe de futebol Amador que representa o bairro Parque Vista Alegre e também possui uma grande torcida espalhada por todos os bairros de Bauru, neste domingo se tornou campeão do futebol Amador de Bauru, no campeonato coordenado pela Semel. O Parquinho é o maior detentor de títulos do futebol amador e desta vez, com muita garra, conseguimos novamente mais um título, mas o que vale ressaltar que nós, do Parquinho, sempre trabalhamos com a ideia de se formar times competitivos e sem o intuito de criar confusões, sempre queremos jogadores que sabem jogar e que tenham em mente que o futebol é muito mais importante para se chegar aonde chegamos.
Parabenizo nossos atletas, nossa comissão técnica, nossa diretoria, nossos colaboradores e principalmente nossa torcida, que em todo momento estiveram presentes e souberam se comportar. Sinto muito orgulho de fazer parte desta diretoria e, mais ainda, de estar junto com uma equipe vencedora, onde o que impera é praticar um futebol digno de ser assistido e de exemplo aos futuros atletas. Quanto ao nosso adversário na final, o Oriente, uma equipe de muito brio, que fez com que tivéssemos uma final muito competitiva e ordeira. Meus parabéns ao Gilson e sua equipe pelo espetáculo que foi esta final.
Aos amigos locutores, que acompanham o futebol, a quase todos, fica o meu abraço, pois entendem de futebol e estão sempre acompanhando tudo, mas infelizmente existe uma pequena e bem pequena parte que atrapalha nosso já difícil Campeonato Amador, mas a estes ínfimos, deixo um recado: procurem ver o nosso trabalho e ver como pensamos, porque senão correm o risco de falar bobagem. A vocês, deixo uma dica: quem escuta rádio sabe discernir o que é um comentário técnico de um comentário parcial. Um beijo a todos bem no coração e vamos agora para 2014, sempre buscando o melhor, porque 2013 já é do tricolor. (Marmitão / Osvaldo L. Batista)
SENHOR PREFEITO
Imagino que governar uma cidade do tamanho de Bauru não seja fácil e que Vossa Senhoria não consegue transitar por todos os logradouros existentes e, sendo assim, peço sua atenção especial para uma parte da cidade: Higienópolis. É o bairro Higienópolis. As pessoas podem até achar que aqui tudo está uma maravilha e que a região é "nobre" (só se for no IPTU). Mas quem transita pelas quadras 07 e 08 da Rua Anhanguera; quadras 05, 06 e 07 da Rua Rodrigo Romeiro; quadras 08 e 09 da Rua Capitão João Antonio, e outras, tem que ter paciência e braço de piloto de rally para desviar do buracos.
Ano passado, houve recape em algumas vias do bairro, mas parece que o pessoal aí da prefeitura acha que aqui só existe a Rua Hermínio Pinto, Rua Raposo Tavares, Rua Antonio dos Reis e Rua Xingu. Será que a % do IPTU das residências nas citadas ruas é maior que das outras vias? Ah, ia esquecendo: fica o convite para o aniversário de um buraco bem na confluência da Rua Anhanguera com a Rua Rodrigo Romeiro... com direito a bolo, refrigerante e eleitores... muitos eleitores.
João Vicente de Melo - pagador de IPTU, IPVA e outros impostos mal utilizados pelos governantes