Venho aqui prestar minha concordância com a indignação da missiva nesta coluna, intitulada "Prezados da Nossa Querida e Ótima Administração Pública de Bauru", edição de ontem, sendo exatamente como Denis Carvalho disse: você estaciona o seu veículo, está com pressa, ainda tem que procurar um vendedor ou um ponto de venda de cartão da área azul. Coincidência ou não, foi que aconteceu comigo, fiquei uns 5 minutos esperando que aparecesse um vendedor de talão, enfim consegui avistar um, comprei o talão, enquanto preenchia o talão surgiu um azulzinho e ficou me observando. Quando coloquei o talão no painel do veículo ele foi olhar e questionou que o horário estava marcado errado, que meu relógio estava adiantado. Fiquei "roxa" de raiva, ô vontade de mandar ele para pqp. Aí vem a pergunta que não quer calar: se um veículo regularmente estacionado na área azul vier a ser roubado ou arrombado ou ainda danificado, a prefeitura vai arcar com os prejuízos?
Realmente, Denis, temos que andar com um bloquinho de área azul dentro do carro, porque não sabemos quando irá surgir uma "pedra no caminho". Qual a preparação dos azuizinhos? Até hoje não consegui entender o que é melhor a punição ou a educação, de repente para os cofres públicos é melhor a punição. E vou além na concordância com a missiva, em relação à falta de água na cidade. Todo ano é a mesma ladainha, entra ano e sai ano, vem sofrimento. E nas campanhas todos prometem resolver o problema, depois fica no esquecimento e nada de solução.
Rita de Cassia Batista Andrade