09 de julho de 2026
Internacional

Governo concede liberdade sob fiança a 29 dos 30 ativistas do Greenpeace

Folhapress
| Tempo de leitura: 2 min

Com a libertação de mais 13 ativistas do Greenpeace e a concessão da liberdade sob fiança a outros três nesta última sexta-feira (22), quase a totalidade dos ativistas poderá responder em liberdade.

Dos 30 detidos, apenas um militante, o australiano Colin Russell, teve sua prisão preventiva prorrogada por mais três meses, até 24 de fevereiro. Segundo o embaixador australiano na Rússia, ele deverá recorrer da decisão.

Segundo a imprensa russa, os estrangeiros deverão permanecer em São Petersburgo e não poderão voltar a seus países antes de seu julgamento.

Na última sexta-feira (22) foram soltos 13 ativistas, entre eles o capitão do navio Artic Sunrise, o americano Peter Willcox.Também foram soltos o suíço Marco Weber, os holandeses Faiza Oulahsen e Mannes Ubels, o canadense Paul Ruzycki, os britânicos Kieron Bryan, Anthony Perrett, Alexandra Harris, Frank Hewetson e Iain Rogers, o argentino Hernan Miguel Perz Orzi, o neozelandês Jonathan Beauchamp, a turca Gizem Akhan, o ucraniano Rouslan Iakouchev e o canadense Alexandre Paul.

Também foram soltos o suíço Marco Weber, os holandeses Faiza Oulahsen e Mannes Ubels, o canadense Paul Ruzycki, o neozelandês Jonathan Beauchamp, o argentino Hernan Miguel Perz Orzi, e os britânicos Kieron Bryan, Anthony Perrett, Alexandra Harris, Frank Hewetson, Iain Rogers e Jonathan Bush.

A condição para liberação foi o pagamento de fiança de 2 milhões de rublos (R$ 140 mil) para cada.

O tribunal de São Petersburgo também hoje concedeu a liberdade sob fiança para o britânico Phil Ball e para os russos Dima Litvinov e Roman Dolgov.

A ativista brasileira Ana Paula Maciel foi a primeira ativista a deixar a prisão em São Petersburgo, na quarta-feira.Os ativistas do Greenpeace foram presos em setembro acusados de pirataria e vandalismo, cujas penas podem chegar a 15 e sete anos respectivamente, depois que a Rússia apreendeu o navio "Artic Sunrise" quando alguns de seus tripulantes realizaram uma ação contra uma plataforma da petroleira Gazprom no Ártico.

A ação do Greenpeace tinha como objetivo denunciar os riscos da exploração de petróleo e gás no Ártico, uma região de ecossistema particularmente frágil.