Quem já sentiu o suave toque das mãos de sua mãe antes de dormir? O carinho sem igual que seus avós te proporcionam? Já parou para pensar como deve ser difícil não ter uma família? Não ter "mãos que te acolham" na hora do sofrimento? A mão aconchegante de seu pai que te faz sentir protegido? Pense nas crianças, nos adultos e nos jovens que não puderam e que talvez nunca poderão ter essa oportunidade.
Está na hora de estendermos as "mãos da ajuda". Quão felizes ficarão aquelas crianças ao verem mãos ajudantes alimentando-as, dando carinho, protegendo-as do trovão e da chuva? E os jovens, qual será a alegria deles ao verem as mãos da ajuda estendidas, puxando-os das drogas e do crime, oferecendo-lhes a oportunidade de viverem novamente?
E os senhores e senhoras, vovôs e vovós que foram jogados por suas famílias em asilos, cuja maior felicidade é transformada em infelicidade no dia da visita que não vem? Como eles ficarão felizes ao verem "mãos que acolhem" e "mãos que ajudam", dando-lhes o carinho que seus filhos e netos não proporcionaram.
Quão bom será para você receber não só "mãos que agradecem", mas também beijos de agradecimento de crianças famintas e esquecidas, agora amadas e alimentadas; um abraço bem apertado ao jovem viciado e criminoso, agora um ótimo médico, engenheiro e excelente professor; o carinho, os beijos e os abraços dos vovôs e vovós que antes jogados e doentes, agora acolhidos e saudáveis, sabendo que, se partirem agora, dormirão em paz.
Enfim, é para isso que nós do Colégio Preve Objetivo de Agudos estamos aqui. Nós somos as "mãos que acolhem, mãos que ajudam, mãos que agradecem".
Gabriel Felipe Punaro Baptista ? aluno do 8º ano do Ensino Fundamental do Colégio Preve Objetivo de Agudos, por ocasião da VI Gincana Cultural Beneficente ? cujo tema foi "Solidariedade: mãos que acolhem, mãos que ajudam, mãos que agradecem..."