Temos uma bomba a explodir e não vemos nenhuma providência a se tomar. Os estacionamentos para carros na cidade estão um caos, não existem vagas para se estacionar, são vendido 12.000 carros por dia e o que vemos, ao invés de se fazer um planejamento, é as vagas diminuirem com proibições de estacionamento. E as garagem de casa? A cada dia se constrói muito e assim as vagas vão sumindo e as pessoas têm que ficar dando voltas com o carro para se fazer qualquer coisa.
Enquanto isso, estamos gastando com gasolina e stress. Nossos governantes e políticos tem que tomar uma providência urgente com construções de viadutos, planejamento das ruas, diminuição dos locais que são proibidos e colocar com a maior urgência ônibus circulares executivos, que tenham conforto e precisão nos horários. O governo municipal e os políticos têm que entrar em contatos com empresários para se encontrar uma solução, existem grandes grupos quem com toda a certezam se o governo der alguma vantagens, empresários terão interesse.
Com uma oportunidade de se poder deixar o carro em casa e ir trabalhar ou fazer alguma coisa com esse tipo de transporte, com toda a certeza diminuirá, e muito, a circulação de veículos, estamos gastando muito dinheiro, desperdiçado em pagar estacionamentos que estão um abuso na cobrança, e gastando dinheiro em gasolina na circulação dos carros à procura de se estacionar.
O sofrimento maior são as pessoas deficientes que não podem andar muito, ficam sem opção para sair de casa, e o governo federal tem que providenciar urgentemente o transporte ferroviário para passageiro e cargas. Isso é outro desastre para se viajar, gastamos uma fortuna em gasolina e pedágio, e além disso as estradas ficam todas engarrafadas, com tantos carros e ainda para piorar as estradas estão um caos, todas esburacadas. O que precisamos é contatar empresários interessados, é isso que pode ser feito com a maior facilidade se o governo facilitar. Governo e políticos, se alguma coisa não for feita a bomba vai explodir, e, como sempre, o sofrimento é nosso.
Devanir Alamino ? aposentado