08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Abordagem indesejada


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Precisamos ter uma paciência de Jó para andar sossegadamente na rua, principalmente próximo aos bancos. Uma amiga professora aposentada quase foi arrastada (não literalmente, claro) para dentro de um banco não muito famoso, no centro da cidade, por um (a) funcionário (a) do mesmo, para que fizesse um empréstimo, do que ela se desvencilhou. Algo intrigante: como o (a) abordante sabe todos os dados pessoais das pessoas, como no caso da minha amiga? Que é aposentada, onde recebe aposentadoria, qual o valor da mesma, quem fornece os dados pessoais (não são pessoais?) de cada um de nós? Impossível o INSS fornecer, ainda mais à revelia do segurado!

Importunam o segurado oferecendo empréstimo até por telefone (eu nem atendo, graças ao identificador de chamadas). E o tal sigilo bancário? Aproveito para criticar os bancos, que só pensam nos seus lucros fabulosos: se contratassem mais funcionários não haveria mais o caixa eletrônico, onde os mais visados são os aposentados, ou aqueles que não sabem informática. Será que na próxima década acabarão os caixas eletrônicos, será que os bancos contratarão mais funcionários para extinguir os assaltos? Eu só utilizo caixa eletrônico antes das 7hs da manhã. Não custa sonhar (se custasse o banco cobrava, rsrsrrsrsr). Agradeço a publicação.

Carlota Magalhães