ESCOLINHA DA LUSO
No mês de novembro, a Luso de Bauru promoveu o campeonato “José Vicente Aiello”, torneio que vem sendo realizado nos últimos 25 anos. A edição 2013 contou com a participação de 70 crianças da escolinha, entre 5 a 16 anos, divididas em oito categorias. A festa de premiação foi no último dia 13, quando também foram encerradas as atividades de 2013. Além dos prêmios, aos campeões e vice-campeões, e medalhas de participação a todos, brindes foram sorteados. O mais curioso desses foi uma bola autografada por Gustavo Kuerten, o Guga. Um celular ofertado pela LIDH-Telecon, também estava entre os itens sorteados, além de encordoamentos e jogos de bolas. Ronaldo e Preto são os professores da escolinha e comandaram a festa. Na foto, agachados, da esquerda para direita, os professores Hélder, ‘Preto’ e Ronaldo, com alguns dos alunos.
MAIS DA LUSO
No último dia 14, com um churrasco de confraternização, que contou com atletas do projeto “Tênis de Rodas”, a escolinha para adultos da Luso também encerrou as atividades de 2013. Se as escolinhas estão em recesso, a equipe competitiva está em plena atividade. Visando os torneios que acontecem em janeiro, o primeiro deles no Clube Espéria- SP, a garotada tem treinado diariamente. O professor Hélder Gouvêa é o responsável pelo projeto “Tênis e Rodas” e equipe competitiva de tênis da Luso de Bauru.
TÉCNICO NOVO-1
Na última semana, o sérvio Novak Djokovic, atual número 2 do mundo, anunciou novo treinador, o alemão Boris Becker, dono de seis títulos em Grand Slam, sendo todos em quadras rápidas, dois no Aberto da Austrália, três em Wimbledon e um no US Open. O eslovaco Marian Vajda, até então técnico, seguirá com Djokovic em torneios menores. Não dá para entender as pretensões do sérvio. O único torneio que ele não venceu é Roland Garros (FRA), jogado no saibro (terra). Contratar Becker, que era um jogador extremamente ofensivo e que nunca venceu Roland Garros, jogado em quadra que não favorece esse tipo de jogo, é bastante estranho. O melhor resultado do alemão na França foi ter chegado à semifinal. Será uma jogada de marketing? Acreditamos que Djokovic não precisa disso!
NOVO TÉCNICO-2
Assim como Djokovic, o suíço Roger Federer pode iniciar o ano 2014, como novo técnico, o sueco Stefan Edberg. Dono de seis títulos em Grand Slam, além de ter sido número 1 do mundo em simples e duplas, simultaneamente, Edberg representa mais, pois é o primeiro ídolo de Federer como tenista. O que o sueco pode ensinar a Federer? Talvez restaurar a confiança em seu jogo e fazê-lo perceber que ainda é um grande campeão. Vamos aguardar.
O TÊNIS ESTÁ PREVISIVEL
“O tênis está muito previsível. Poucas são as surpresas. Os torneios são sempre jogados em quadras com velocidade média para lenta”. Essa é a opinião do britânico Greg Rusedski, um dos maiores sacadores da década de 1990. “Vence aquele mais forte fisicamente e de maior controle emocional”. Segundo Rusedski, antes, a grama era um piso extremamente rápido; hoje é um dos mais lentos. Para ele, os quatro primeiros do ranking sempre se dão bem. Está certo o ex-tenista, que chegou a sacar 240km/h no agora chamado Masters 1000 de Indian Wells, no ano de 1998. O entretenimento busca coisas novas, além de novos nomes. Quadras lentas diminuem as “zebras”.
FRASE
“Um campeão tem medo de perder. Os outros têm medo de vencer.” (Billie Jean King, tenista americana, dona de 35 títulos de Grand Slam, sendo 11 deles em simples, conquistados entre os anos 1965 a 1980).
DICA
Seus golpes de fundo estão indo para fora nas laterais? Uma das razões para isso é golpear a bola atrasado, isto é, atrás da linha lateral do corpo. Faça uma preparação de raquete antecipada, de maneira que possa golpeá-la um pouco à frente de seu corpo. Mas faça o contato “bola-raquete” com a face da raquete, no mínimo, paralela, em relação à rede da quadra. Se, na hora do contato, a face de sua raquete estiver apontando para trás, dependendo da localização que você esteja na quadra, a bola irá para fora, na lateral; procure girar o tronco, até que o ombro do braço que não está empunhando a raquete fique de frente para a quadra. Assim, se no contato, a ponta da raquete estiver apontada um pouco para a frente, a bola irá na cruzada; se a face da raquete estiver paralela em relação à rede, a bola irá à paralela, porém dentro da quadra. Alguns gênios do tênis encontram a bola à frente do corpo, porém com a ponta da raquete para trás e fazem isso de propósito. O brasileiro Gustavo Kuerten fazia isso como poucos. Muitas vezes, ao bater uma esquerda (backhand) do centro da quadra pegava a bola à frente do corpo, mas com a ponta da raquete ligeiramente apontada para trás. Na grande maioria das vezes saia uma paralela indefensável, e esse era um de seus melhores golpes.
CURIOSIDADE
Quando o jogo envolvendo as tenistas Anne Kremer (Luxemburgo) e Jennifer Hopkins (EUA), válido pela primeira rodada do WTA (torneio profissional) em Amelia Island (Florida), em 2002, foi encerrado, organizadores acharam que havia algo errado. As jogadoras haviam cometido 29 duplas faltas; algo nada comum entre profissionais. Ao entrarem em quadra, se deram conta que a área de saque estava 91,4 cm mais curta (próxima da rede). A área de saque media 5,486m, quando a medida oficial é 6,4m. Era a primeira partida do torneio e, também, a primeira realizada na quadra que tinha sido reformada. Mesmo com o erro, o resultado foi validado e a vitória ficou com Anne por 2 sets a 1.
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