09 de julho de 2026
Esportes

Copa São Paulo: o maestro é ele

Thiago Navarro
| Tempo de leitura: 2 min

O jovem meia Douglas já carrega a experiência suficiente para ser o maestro do time noroestino na Copa São Paulo de Futebol Júnior, que começa na próxima sexta-feira, dia 3 de janeiro. A competição tem como limite jogadores nascidos até o ano de 1994, mas boa parte dos atletas inscritos pelo Noroeste é mais jovem. E o meia, além de estar na idade máxima da Copinha, já foi titular do time principal na última Copa Paulista.


Carioca de Jacarepaguá, Douglas está em Bauru há um ano, quando chegou para jogar no Noroeste. Veio e já conseguiu se firmar no elenco principal, ganhando espaço ao longo do segundo semestre. Em dezembro, passou a treinar mais com o time de base para ganhar entrosamento com os colegas de equipe que terá em janeiro, retornando ao plantel principal após a Copa São Paulo, uma vez que vai integrar o grupo da Série A-3 do Campeonato Paulista – também comandado por Luciano Sato, técnico do time júnior.


“Venho trabalhando desde o começo do ano aqui, inclusive no profissional, e agora tenho procurado passar essa experiência que tive com o time de cima para os garotos. Agora é dar sequência ao que está sendo realizado, até porque a Copa São Paulo é um campeonato muito importante para a gente”, destaca o jogador.


Douglas acredita na força do Noroeste, principalmente atuando dentro de casa e com a força da torcida, que poderá comparecer ao Estádio Alfredo de Castilho gratuitamente – todos os jogos da Copinha possuem entrada franca. “Temos que buscar o resultado, são três partidas nesta primeira fase, e temos que avançar. O time está jogando forte, compacto, e treinando bem. Claro que todos estão ansiosos, mas tem que aproveitar as oportunidades que aparecem”, menciona.


Base X Profissional


“A grande diferença é que no profissional existe mais cobrança da torcida, também uma proximidade maior da diretoria. Na base, todo mundo corre, pois quer mostrar que pode estar no time de cima, é muito jogo de correria, são jogos bem diferentes. No profissional muitas vezes o que prevalece é o conjunto”, analisa.


Há quase um ano na Cidade Sem Limites, o meia canhoto afirma estar à vontade no Alvirrubro. “A diretoria do Noroeste me recebeu bem, eu sempre fui bem tratado aqui. Sempre pude fazer meu trabalho e mostrar meu futebol”, completa Douglas, que será a “voz” do técnico Sato em campo. “É uma responsabilidade, eu falei que não fugiria de responsabilidades, até porque isso é bom, pelo período que já passei no profissional. Espero contribuir e passar isso para os meninos mais novos”, garante.