09 de julho de 2026
Política

Tobias descarta desativação do CPP 3


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Divulgação

Deputado diz que a escola de soldados não implicará no fechamento da unidade

Representantes de sindicatos e uma comissão de funcionários públicos estaduais do sistema penitenciário de Bauru estiveram reunidos com o deputado Pedro Tobias (PSDB) na manhã desse sábado (18), para tratar de assuntos relativos ao possível uso das dependências do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) 3, antigo IPA, para a instalação de uma escola de soldados.

Sindicalistas e funcionários demonstraram preocupação diante da possível desativação das atividades carcerárias nas dependências do CPP 3. Rumores de que a unidade seria fechada e os funcionários transferidos para outros municípios assustaram os servidores, muitos deles há mais de dez anos em Bauru e com a família estabelecida na cidade.

Durante a reunião, Pedro Tobias tranquilizou os servidores e afirmou que a unidade do CPP 3 de Bauru não será desativada. De acordo com o deputado, se porventura o Governo do Estado aprovar a implantação de uma escola de soldado no prédio atualmente ocupado pelo CPP 3, será construído um novo espaço em Bauru para abrigar os presos que lá estão. Ainda segundo o deputado, a nova unidade poderia ser construída no mesmo terreno ocupado pelo CPP, já que os 200 alqueires da área oferece espaço suficiente tanto para a escola de soldados quanto para o CPP. Outra opção seria construir a nova unidade do CPP 3 ao lado das Penitenciárias 1 e 2 de Bauru.

A escolha do local ficaria a critério dos técnicos da Secretaria da Administração Penitenciária. A única certeza, segundo o deputado, é que o CPP 3 continuará em Bauru, mesmo com a implantação da escola de soldados. Pedro Tobias afirmou que este é um compromisso dele e do governador Geraldo Alckmin e que os servidores podem ficar tranquilos quanto à permanência deles em Bauru. A afirmação agradou os integrantes da comissão, que deixaram a reunião mais aliviados.

Participaram do encontro o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Sistema Penitenciário Paulista (Sindcop) e da Federação Brasileira dos Servidores Penitenciários (Febrasp), Gilson Pimentel Barreto, o diretor do Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo (Sifuspesp), Wellington Jorge Braga de Oliveira, a coordenadora regional do Sifuspesp, Márcia Ferraz Barbosa, além da comissão de funcionários.