Venho neste conceituado Jornal da Cidade debater as cartas publicadas no dia 31 de dezembro de 2013, do amigo Henrique Perazzi de Aquino - jornalista - em sua "Carta Aberta Ao Grupo Cinépolis", e do amigo leitor Luiz Carlos Canêo, sobre "Filme Cult", criticando por não serem exibidos "Filmes Cult". Meus amigos, venho debater as críticas sobre os fatos, não tem como; não existe nenhuma possibilidade disto, não vou citar os filmes que foram citados na segunda carta, como exemplo. Citarei outros filmes clássicos como "O Vento Levou" ou "A Noviça Rebelde", ou então "O Fantasma da Ópera", "Mágico de Oz", "Nosferatu" etc. Não existe lógica as salas de cinemas de Bauru ou até mesmo de São Paulo buscarem essas idéias, desses tipos de gêneros, infelizmente não conquistariam públicos, pois as novas gerações não iriam aos cinemas.
E se todos os cinemas reservasse uma sala só para passar filmes antigos, ou "cult" talvez, não teria público suficiente para vê-los. Também foi citados os cines clubes, que exibem esses filmes "cult", como temos em Bauru o Cine Clube "Aldire Pereira Guedes", mas onde está o pessoal "cult" quando passa esses filmes que nos faz voltar ao Túnel do Tempo"? Onde está o público que só aparece de vez enquanto ou nem aparece? Sou a favor do cine clube e divulgo sim, já apresentei clássicos de terror do cineasta José Mojica Marins (Zé do Caixão) e tive experiência própria. Infelizmente, produções feitas no passado que nos emocionavam não voltam mais e, claro, a cada dia que passa os filmes atuais de hoje deixam a desejar.
Peço desculpas por essa minha opinião sincera e para o público, caro leitores, a gente houve coisas que não dá pra ficar calado. Quero parabenizar a chegada do novo cinema "Cinépolis" na cidade de Bauru, no Boulevard Shopping Nações.
Fui assistir ao filme nacional "Até que a Sorte nos separa 2", com participação do mestre da comédia Jerry Lewis, claro que eu queria assistir a um dos clássicos de Jerry Lewis, por exemplo "O Bamba do Regimento", ou "Rir é Viver! Ou os filmes do eterno "Mazzaropi", mas só me resta passar meu "VHS "no meu velho vídeo e ver a verdadeira arte do riso.
Roberto Malini - ator/diretor de teatro