Dois profissionais, sendo um deles engenheiro de obras, iniciaram a análise do prédio da Maternidade Santa Isabel, na semana passada. A avaliação de quesitos como rede elétrica e hidráulica precede o início da reforma, que seria anunciada hoje pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Embora o anúncio oficial das obras tenha sido adiado, em outras oportunidades ele próprio informou que o prédio da unidade hospitalar, administrada pela Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp), demandará investimentos de R$ 16 milhões do Estado.
Há cerca de dez dias, já foi afixada em frente à maternidade placa obrigatória com informações sobre o investimento e a empresa contratada para o serviço, que deverá concluir os trabalhos no segundo semestre de 2015.
Conforme a reportagem apurou, a reforma será iniciada por uma área de apoio, destinada ao refeitório e ao departamento de nutrição, cuja obra realizada há aproximadamente duas décadas não foi concluída.
Localizado nos fundos do prédio e atualmente subutilizado, quando o espaço for entregue conforme o projeto, receberá temporariamente material do setor administrativo, que também será reestruturado em uma segunda etapa.
Como a maternidade não interromperá suas atividades, as obras serão realizadas por fases, situação que demandará mais tempo até a conclusão total da reforma.
Se as expectativas forem cumpridas, assim que o setor administrativo voltar ao local de origem, os funcionários responsáveis pelo serviço passarão a trabalhar no espaço onde atualmente funciona o refeitório, o setor de nutrição e farmácias.
Simultaneamente, uma área inacabada do pronto atendimento será erguida. O centro cirúrgico também será reformado. O objetivo do governo do Estado é melhorar a qualidade de atendimento e humanizá-lo, não expandir vagas.