O líder oposicionista venezuelano Leopoldo Lópes, que está preso, pediu aos seus apoiadores ontem para continuarem a realizar protestos pacíficos contra o presidente Nicolás Maduro, apesar da violência que matou seis pessoas e agitou o país sul-americano membro da Opep.
“Estou bem, eu peço a vocês que não desistam, eu não desistirei”, disse López a seus simpatizantes em uma carta escrita à mão e entregue a sua esposa na prisão de Ramo Verde, em Caracas. A mensagem foi publicada na Internet.
López, de 42 anos, um economista formado em Harvard e um dos últimos parentes ainda existentes do herói da independência Simón Bolívar, encabeçou os protestos que começaram em fevereiro contra o governo socialista. Ele se entregou à polícia após um mandato de prisão ser emitido contra ele por instigar a violência.