11 de julho de 2026
Cultura

Soy loco por ti, América Latina


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O D’Incao Instituto de Ensino realiza dois eventos integrados sobre questões sociais, políticas, econômicas e esportivas dos países latino-americanos. e já começou, aliás, com exposição sobre a mídia na década de 60. Desde 20 de março, jornais, revistas fotográficas e livros ficam disponíveis na unidade educacional (rua Fuas de Matos Sabino, 16-45, Jardim América) e abordam também 1964.

 

Já as palestras da quarta edição da Semana Latino-Americana de Política, Cultura, Economia serão realizadas de 25 a 31 de março com professores, pesquisadores e especialistas que se dedicam à América Latina e ao Brasil, sempre às 20h (confira programação).

 

Quem abre o ciclo de debates é o mestre em Artes Cinematográficas do Instituto Estatal de Cinema da União Soviética, Luiz Carlos Prestes Filho, na terça, 25. Vai falar entre outros temas sobre a Coluna Prestes e a sua importância na História do Brasil. 

 

No dia 26, a jornalista vencedora do prêmio Shell 2013 Luiza Villaméa, da revista “Brasileiros”, vai abordar o tema “Filhos do Brasil”, quando entrevistou João Carlos e Igor Grabois, que contam como superaram a perda do avô, do pai e do tio, que foram mortos na Guerrilha do Araguaia, a maior movimentação de tropas brasileiras depois da 2ª Guerra Mundial.

 

No dia 27, o jornalista Gilberto Maringoni, professor da Universidade Federal do ABC e ex-pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica (Ipea), vai analisar a situação atual da Venezuela. 

 

No dia seguinte, o jornalista Gilvan Ribeiro, ex-editor de esportes do Diário de São Paulo, vai analisar a Copa do Mundo no Brasil e América Latina. No dia 29, o diretor e professor da instituição, Carlos Dincao, vai analisar “Atualização do Sistema Econômico de Cuba”.

 

No dia 31 de março (aniversário do golpe militar de 64) ocorre evento, no Teatro da Faculdade de Odontologia (USP), que terá como mote a reflexão, análise que contará com a participação de mestres convidados, professores das escolas estaduais, alunos e membros da Comissão da Verdade, de Brasília.

 

Argumento

 

“Se algum desavisado recebesse em mãos qualquer jornal desse país, com exceção de um ou dois, imaginaria que a ditadura foi uma grande festa carnavalesca nas ruas e os militares sendo ovacionados pelo povo. Vamos mostrar documentos fundamentais para entendimento desse momento da história do Brasil. O convite é para todos e a análise profunda é para aqueles que ainda ficam preocupados com o Brasil pós 64”, declara o professor Paulo Neves, coordenador do evento.