Para que haja a proliferação da espécie, seja humana, seja animal, é preciso que existam a fêmea para dar cria e a mulher para dar à luz novos seres humanos.
Da mesma forma que existem fêmeas maternais, aquelas que se dedicam a amamentar e cuidar de suas crias existem também aquelas que abandonam ou delegam a outrem as suas crias, essas são só parideiras, e o triste é que isso acontece também entre os seres humanos, existem mulheres que são só parideiras, sem o instinto maternal.
Eu conheci uma gata, da minha cunhada, que após dar cria, levava seus filhotes para a gata vizinha que os criava de muito bom grado junto às suas próprias crias.
Quem é que nunca viu a madame muito fútil, vaidosa e vazia que delega à criadagem a tarefa de cuidar de seus filhos e muitas vezes nem se preocupa em saber como os está criando? É verdade que hoje existem menos madames ricas que se possam dar a esse luxo, mas elas ainda existem e geralmente são mulheres inescrupulosas que se casam por interesse, exploram os maridos e não estão nem aí para os filhos, nem os amamentam para não "deformar" os seios que logo serão siliconados por conta do maridão, no caso, seu emprego vitalício que não cobra nem noites em claro segurando a mão do filhinho com febre, como é obrigação de mães de verdade.
Por isso é que, quando Deus solicitou a parceria da mulher para fazer crescer a humanidade, ele com certeza estava querendo mães e não parideiras; essas são parceiras das fêmeas animais, que por não terem ainda a evolução humana, são perdoáveis no seu egoísmo e na sua displicência.
Isolina Bresolin Vianna