Após mais um dia sem resultados nas buscas por pedaços do avião da Malaysia Airlines, o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, disse em entrevista coletiva que "se (o mistério) for solucionável, solucionaremos".
A investigação não tem data para terminar.
Até agora, só se sabe que nada se sabe sobre o destino do avião, desaparecido há três semanas com 239 pessoas a bordo. Sem acesso à caixa-preta, as hipóteses com as quais as equipes de resgate trabalham vão de falha técnica a ação voluntária do piloto, passando por explosão e ataque terrorista.
Segundo Abbott, os países envolvidos nas buscas estão dividindo os custos da empreitada e fazendo o melhor que podem para tentar localizar destroços ou pistas do avião.
A região onde estão sendo feitas as buscas tem 319 mil km2, ou quase o tamanho do Estado de Goiás. O fundo do oceano, na região, é quase todo plano, mas coberto de plâncton, o que dificulta a visibilidade. Em certo ponto, há um abismo no mar.
"A intensidade de nossas buscas e a magnitude das operações estão aumentando, não caindo", afirmou Abbott.