O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nontem a um estádio lotado de ruandeses chorando e com aparência sombria que o mundo “nunca mais” vai deixar o genocídio destruir sua nação, em uma cerimônia que marcou os 20 anos desde que 800.000 pessoas foram massacradas em Ruanda. Vários líderes e doadores de ajuda participaram da comemoração, mas a França - um aliado do governo de Ruanda antes do genocídio - não participou porque voltou a ser acusada de ter tido “um papel direto” nos assassinatos.