Meus amigos e minhas amigas, na última terça (8) foram publicadas duas notícias que são de interesse vitalício de todos os bauruenses. Quero estender meus elogios pessoais ao nobre vereador Faria Neto (PMDB), autor do projeto de lei que prevê multa de R$ 638,00 àqueles que ultrapassarem os decibéis delimitados pela nova lei (som alto).
De fato, abolir definitivamente tal prática, que ocorre inclusive em áreas nobres da cidade, certamente resultará em um agradável conforto àquelas pessoas que respeitam o próximo e não concordam com atitudes que ferem as boas maneiras e, principalmente, que preservam o espaço do próximo. Entretanto, assim como muitas outras situações, é necessário que, além da punição, haja fiscalização.
Senhores, me desculpem, mas eu não acho que permitir as silenciosas e discretas "bikes motorizadas" seja por quaisquers meios legais uma alternativa viável para nossa cidade. Antes de qualquer atitude sobre esta questão, é preciso que seja feito um levantamento sobre quem usa esse tipo de "veículo". Mas não é necessário, pois eu os vejo todos os dias, lhes respondo: são, em sua maioria, adolescentes! Perfeitamente, é lícito conceder habilitação a maiores de 18 anos. Porém, pergunto: como está nosso trânsito? Há um estudo que descreva onde esses "veículos" mais trafegam, onde estão ou quantos são? Já não basta algumas motos, guiadas insanamente e de forma irresponsável, causando acidentes e prejudicando inocentes, que nada têm a ver com isso... Isto acontece!
Carros antigos que complicam o trânsito... Dentre vários outros problemas, que há anos pertencem ao pouco gentil trânsito de Bauru. Creio que veículos ciclomotores e cicloelétricos não sejam uma prioridade necessária nas ruas e avenidas de Bauru e que haja necessidade de uma ação que permita ou legalize o trânsito desses veículos "recém-chegados". E digo mais: como fica o Contran nessa história? Bem, senhores, vamos pensar melhor sobre essa questão, pois mudar as ideias ou permissões sem tratar os valores e os conceitos não adianta em nada. Vamos terminar o viaduto e o asfalto do Parque Santa Edwiges! E também resolver aquele outro, da falta d?água. Reflitam.
Ivo Crepaldi