Quando eu era criança fui criado na fazenda até a adolescência.
As pessoas de um modo geral não tinham conhecimento bíblico.
Na escola a professora ensinava o catecismo para que não houvesse confusão quando as crianças lessem a Bíblia. A malhação do Judas ficou como vingança ao traidor.
No meu conceito, acho errado essa vingança a um discípulo, que foi apontado para trair Jesus. O próprio Judas ao ver o mal que cometeu arrependeu-se profundamente, devolveu as moedas e se enforcou.
Pilatos poderia ter evitado esse acontecimento, mas foi covarde e entregou Jesus ao sacrifício. O que me parece é que havia uma inveja geral daqueles que mandavam: Pilatos, Herodes e outros, ao ver Jesus curando os enfermos e até ressuscitando as pessoas.
Jesus suportou todo o sacrifício até morrer e depois ressuscitou mostrando aos poderosos que tudo passa, mas a palavra de Deus fica para sempre.
Estou com 81 anos, sou católico e cheguei a uma conclusão de que não se deve insinuar a vingança a um discípulo, que morreu arrependido do que fez. Chega de vingança. Quantos Judas nós temos entre nós?!
Francisco A. Torrecilha