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Aceituno Jr. |
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As amigas Raquel Mussari e Carolina Oliveira |
A madrugada de ontem foi a mais fria do ano em Bauru, segundo informações do Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet) da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Por volta das 6h40, os termômetros marcaram 13,5 graus. A menor temperatura anterior foi em março, quando os termômetros apontaram 16,8 graus. 3,3 graus acima da de ontem.
A queda na temperatura ocorreu devido à passagem de uma frente fria que veio do sul do País. A tendência para os próximos dias, porém, é que a temperatura volte a subir. Segundo o meteorologista do IPMet, Fernando de Almeida Tavares, o feriado do Dia do Trabalho (quinta-feira) deve ser marcado por chuva leve no decorrer do dia.
“Pode ocorrer chuva moderada, mas não vai interferir na temperatura. Deve fazer calor durante o final de semana”, explica Tavares. Já na tarde de ontem, os termômetros do IPMet já registravam aumento nas temperaturas. A máxima, por volta das 15h, era de 26 graus.
A umidade relativa do ar foi considera boa pelo meteorologista. “Registramos mínima de 51%, o que não foge da normalidade”, completou.
Final de semana
Para quem pretende emendar o feriado do Dia do Trabalho com o final de semana, uma notícia boa. Ainda de acordo com o IPMet, mesmo com as chuvas de quinta, deve fazer calor.
Na sexta-feira, a mínima deve ficar em 18 graus, enquanto a máxima pode chegar aos 27 graus. A tendência para sábado e domingo, contudo, é que os termômetros registrem mais calor. A mínima deve ficar entre 16 e 19 graus. Já a máxima, para os dois dias, pode atingir até 28 graus.
Universitários se protegem com gorros e agasalhos
O frio de ontem obrigou muitos a tirarem as blusas do guarda-roupa antes de saírem de casa. Foi o caso da estudante de matemática Raquel Bruni Massari, 19 anos. Para se proteger do frio, ela usava uma blusa com toca na cabeça enquanto percorria o caminho do ponto de ônibus até a faculdade em que estuda.
“Logo que desci do ônibus, já precisei me agasalhar. Geralmente, só coloco a blusa quando estou na sala de aula, por causa do ar-condicionado”, disse
Acompanhada da amiga Carolina Oliveira, 20 anos, Massari confessou gostar de frio. “Até gosto desse tempinho, mas quando é muito chega a incomodar”, observou.
A estudante de enfermagem Roberta Palo, 20 anos, parecia não se importar com o vento frio que insistia em prevalecer no início da noite.
“Durante trajeto até aqui, vim com o vidro do carro aberto. Hoje, estou com uma blusa a mais do que a semana passada, mas não acho que não está tão frio ainda”, disse.