Celebridades em todo mundo iniciaram uma campanha on-line pedindo a libertação das meninas, usadas e vendidas como escravas sexuais.
Ontem, a primeira-dama americana, Michelle Obama, posou para uma foto segurando um cartaz com o slogan da campanha, #bringbackourgirls (tragam de volta nossas meninas). “As nossas orações estão com as meninas nigerianas desaparecidas e suas famílias. É hora de trazer nossas garotas de volta”, publicou Michelle em seu perfil no Twitter.
Anteontem, a porta-voz do Departamento de Estado americano, Jen Psaki, disse que a embaixada dos EUA na Nigéria “está preparada para formar uma célula de coordenação” que incluirá militares americanos e policiais com experiência em investigações e negociações de reféns.
Sequestro
As 276 garotas - entre 16 e 18 anos - foram sequestradas em uma escola de Chibok em meados de abril, no estado de Borno, no norte do país.
No domingo, supostos membros da seita sequestraram outras oito meninas -entre 12 e 15 anos- na cidade de Warabe, também em Borno.
Fim do terror
O presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, disse ontem que o sequestro marca uma guinada na luta contra os radicais islamitas no país.
“Acredito que o sequestro destas jovens marca o início do fim do terrorismo na Nigéria”, afirmou.