Sei quando amanhã,
quando eu morrer,
Os meus amigos vão dizer...
Que eu tinha bom coração!
Alguns até hão de chorar,
E querer me homenagear
Fazendo de ouro, um violão!
Mas depois que o tempo passar,
Sei que ninguém vai se lembrar,
Que eu fui embora!
Por isso é que canto assim,
Se alguém quiser fazer, por mim,
Que faça agora!
Me dê as flores em vida!
O carinho, a mão amiga,
Para me livrar dos meus ais,
Depois que eu me chamar saudade,
Não preciso de vaidade!
Quero preces, e nada mais...
Este poema de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, cantado pelo saudoso Nelson Gonçalves, é uma das minhas músicas prediletas, por retratar fielmente a realidade humana!
Dr. Alberto Consolaro, não o conheço pessoalmente, mas saiba que se houvessem mais pessoas como o senhor, teríamos um mundo melhor e uma humanidade mais feliz!
Receba estas linhas como uma forma de homenagem, "in vita". Meus sinceros parabéns!
Ronaldo Menegueti Cardozo - auditor fiscal da Receita Estadual-MG