10 de julho de 2026
Nacional

Morte de cinegrafista: réus se calam em audiência

Por Lucas Vettorazzo | Folhapress
| Tempo de leitura: 1 min

Fábio Raposo, 22 anos, e Caio Silva de Souza, 19 anos, exerceram o direito de ficarem calados durante audiência ocorrida ontem, no 3.º Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça do Rio.

Raposo e Souza são réus no processo do rojão que atingiu e matou o cinegrafista Santiago Andrade durante protesto contra o aumento das passagens no Rio, em fevereiro.

A audiência faz parte da fase de instrução e julgamento, quando são coletados depoimentos de testemunhas de acusação e defesa. Posteriormente, os jovens podem ser submetidos a júri popular.

Orientados pela defesa, os réus optaram por ficar calados. O motivo foi que o juiz da 3.ª Vara Criminal, Murilo Kieling, negou pedido de substituição de duas testemunhas que falariam em favor de Caio Silva de Souza. Inicialmente, seriam sua mãe e um vizinho do rapaz.

O advogado de Souza, Antônio Pedro Melchior, explicou que as duas testemunhas dariam apenas detalhes da personalidade do jovem e não iriam contribuir para entender o que aconteceu no dia.